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A Igreja é Imaculada e Indefectível

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Após cada campanha de ataques contra ela, a Igreja sempre aparece mais forte e esplendorosa do que antes

Mons. João Scognamiglio Clá Dias, EP

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         A saraivada de notícias que, nas últimas semanas, tenta macular a Igreja Católica, tomando por motivo abusos de crianças cometidos por parte de sacerdotes católicos, atinge um clímax inacreditável.

         Decididos a não deixar morrer a fogueira que acenderam, vários órgãos de comunicação social têm se dedicado a investigar o passado, à procura de novas alegações que envolvam o Vigário de Cristo na Terra, o Papa Bento XVI, no que, aliás, têm falhado rotundamente.

        Que haja padres despreparados e indignos, ninguém o pode negar; que abusos horríveis foram cometidos, e certamente até em número superior ao registrado, é preciso reconhecer. Mas utilizar falhas gravíssimas, mas circunstanciais, relativas a uma minoria de clérigos, para enxovalhar toda a classe sacerdotal é uma injustiça. E usar isso como pretexto para tentar derrubar a Igreja é diabólico.

        Aliás, quanto mais o espírito libertário, relativista e neopagão de nossa época se infiltra na Igreja, tanto mais é de temer que aconteçam crimes de pedofilia. Daí mesmo a necessidade de implantar nos seminários um sistema rigoroso de seleção, de modo a só admitir como candidato ao sacerdócio quem não tenha a propensão de pactuar com o mundo, mas queira ensinar a prática da doutrina católica em toda a sua pureza e dar o exemplo.

       A atual campanha publicitária contra a Igreja faz-nos esquecer uma verdade da qual a história nos dá um inequívoco testemunho: foi a Igreja Católica que livrou o mundo da imoralidade, e é porque está rejeitando a Igreja que o mundo tem afundado novamente no lodo do qual foi resgatado.[…]

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Fonte: Site Arautos do Evangelho

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Maravilhas da Liturgia

Liturgia

Introdução

       Diz o Concílio Vaticano II: “É desejo ardente da mãe Igreja que todos os fiéis cheguem àquela plena, consciente e ativa participação na celebração litúrgica que a própria natureza da liturgia exige e à qual o povo cristão, ‘raça escolhida, sacerdócio real, nação santa, povo adquirido’ (1Pd 2,9; cf. 2,4-5), tem direito e obrigação, por força do batismo” (Sacrossanctum Concilium, II, 14). Por esta razão, este Blog inicia hoje esta sessão de liturgia. Tentaremos transmitir aqui uma parte do rico tesouro que a Igreja Católica possui a propósito deste tema. A Explicação de alguns pontos, a origem histórica, o comentário do evangelho e a vida dos santos.

1ª Parte

        No ano de 988, Vladimir, Príncipe de Kiev, enviou emissários a diversos povos para comprovarem que culto religioso prestavam a Deus e assim ver qual ele escolheria para seu reino. Os emissários foram aos búlgaros, mulçumanos, mas as cerimônias realizadas nas mesquitas não os agradaram. Foram então aos germânicos e sem encontrar o que procuravam, finalmente se dirigiram a Constantinopla, onde foram recebidos pelo imperador. Este se alegrou e procurando o Patriarca e lhe disse: “Os de Rus (os de Kiev) vieram conhecer nossa fé. Prepare o templo e os ministros do Senhor revestindo-os com vossas vestes sacerdotais para que possam ver a glória de nosso Deus”.

       O Patriarca convocou seus ministros e segundo o costume celebrou um ofício festivo. Foram preparados os turíbulos e o coro entoou os hinos sagrados.

        O Imperador entrou com os enviados de Vladimir no templo e os fez sentar-se em um lugar amplo onde podiam ver a beleza do edifício, o canto e o culto que os sacerdotes, diáconos e ministros rendiam ao Senhor. Os legados ficaram profundamente impressionados e maravilhados com os divinos ofícios.

        Quando regressaram a Kiev disseram ao Príncipe: “O que vimos em Constantinopla não pode ser expresso em palavras. Durante a celebração litúrgica, não sabíamos se nos estávamos na terra ou no céu”. (cf. El Corazón de La Luturgia, La celebración Eucarística, Félix Maria Arocena, Colección Pelicano, Ediciones Palabra, Madrid, 2004)

“ … a liturgia é o cimo para o qual se dirige a ação da Igreja, e, ao mesmo tempo, a fonte donde brota toda a sua força.” (Sacrossanctum Concilium)