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por VLucena

Um Natal diferente na Vila Holandesa em Moreno – PE

dezembro 21, 2014 em Todas as Atividades por VLucena

21 de Dezembro de 2014

    Segundo nos recomenda o próprio Salvador na seguinte passagem do Evangelho:

    “Quando o Filho do Homem vier em sua glória, e todos os anjos com ele, então se assentará no trono da sua glória e dirá aos que estiverem à sua direita: “Vinde, benditos do meu Pai, recebei por herança o Reino preparado para vós desde a fundação do mundo. Pois tive fome e me destes de comer. Tive sede e me destes de beber. Era peregrino e me acolhestes. Estive nu e me vestistes, enfermo e me visitastes, preso e viestes ver-me.” “Em verdade vos digo: cada vez que o fizestes a um desses meus irmãos mais pequeninos, foi a mim que o fizestes.” (Mt 25, 31-40).

    Pois bem, neste sábado os Arautos do Evangelho de Recife estiveram na comunidade da Vila Holandesa, localizada na cidade de Moreno- PE, levando um pouco de alegria as crianças carentes desta comunidade. Grande contentamento mostraram os pequenos ao verem os presentes que receberam neste Natal de 2014. Após a distribuição dos brinquedos, todos puderam desfrutar de um saboroso lanche.

    A alegria não tomou conta só das crianças, mas de todos os que estiveram presentes na ocasião, num convívio fraterno, e tendo como foco principal a Pessoa de Nosso Senhor Jesus Cristo, como ele mesmo afirmou “quando dois ou mais estiverem reunidos em meu nome, Eu estarei no meio deles” (Mt 18, 20).

por VLucena

Programação de Natal

dezembro 19, 2014 em Todas as Atividades por VLucena

por VLucena

Em meio a guerra, nasce a Reconciliação

dezembro 19, 2014 em Histórias, Nova et Vetera, Todas as Atividades por VLucena

   19 de Dezembro de 2014

    Estamos acostumados a participar das comemorações de Natal junto a nossa família, em casa, ou mesmo no colégio, entre amigos, conhecidos; enfim, sempre com a mesa repleta de doces e pratos deliciosos. Temos junto a nós a famosa Árvore de Natal, toda enfeitada com bolinhas coloridas, presentes e os cânticos natalinos que nos prepara para o Nascimento do Menino Jesus. Mas nem sempre as coisas são como nós queremos.

   Acompanhemos, então, uma impressionante história transcorrida no século passado, onde o próprio Salvador do mundo nasceu nos corações dos mais irreconciliáveis inimigos.

24 de dezembro de 1914. Primeira Guerra Mundial.

    No “front”, a batalha é intensa e entra noite adentro. Bombas estrondosas e destruidoras, tiros ensurdecedores e constantes, brados de guerra… Inesperadamente, as fileiras alemãs cessam de atirar. Surpresos os franceses fazem o mesmo. O silêncio cai sobre as trincheiras e os suaves flocos de neve vão caindo lentamente sobre os exaustos exér­citos.

            De repente, surgem tochas no campo alemão. Os soldados que as levam caminham em passo lento. O fogo dança lançando reflexos sobre a neve. Indecisos e perplexos, os franceses deixam o inimigo aproximar-se. Já estão a poucos passos… Mas nada há que recear. Num relance, os franceses entendem tudo: as alemãs cantam “Noite Feliz”; é Natal!

*    *    *

            Reunidos sob o bosque de pinheiros, aqueles homens que instantes atrás haviam dado provas de bravura recordam agora seus antigos natais do tempo de menino. Alguns lembram São Nicolau, o legendário bispo que enchia a imaginação das crianças…

            Alguns soldados alemãs evocam suas aldeiazinhas montanhosas, cobertas de neve. No dia 6 de dezembro, as famílias se reuniam a noite. Era dia de são Nicolau, que prenunciava as alegrias natalinas. Bolos, doces, frutas perfumadas cobriam a mesa. grandes candelabros iluminavam a sala a luz de velas. Ao Lado do presépio, perto da lareira, brilhava uma linda arvore de natal. o ambiente era  de recolhimento , de alegria séria e discreta, mas profunda. Fora, a neve caía lentamente, em flocos.

            Em certo momento, o rosto das crianças se iluminava. Ouviam bimbalhar ao longe os sininhos, com o tropel de animais em marcha. Corriam à janela, encostando o narizinho na vidraça. Na curva do caminho, surgia o trenó dourado, puxado por quatro renas de chifres longos, com seus galhos. Sentado pomposamente, vinha o bispo de barbas brancas: era São Nicolau!

            Paramentado, ele trazia na mão direita um báculo de ouro lavrado; na esquerda, um grande livro, encadernado em fino couro, com bordaduras douradas e pedras preciosas. Seu criado conduzia o trenó, tendo ao lado um saco repleto até os bordos e um grande bordão.

            Chegando à casa, São Nicolau mandava parar o trenó. O criado tomava o saco e o bordão, enquanto o dono da casa ia abrir a porta cheio de alegria, com respeito e veneração. A alta estatura do Prelado, sua longa barba, a mitra e o báculo, tudo isso lhe conferia um ar de solenidade que se misturava a afabilidade da fisionomia e a doçura do olhar. Ele sorria para as crianças e saudava os da casa. Erguia depois solenemente a mão abençoando a todos com o Sinal da Cruz.

            O Ancião dirigia-se depois às crianças, com ternura. A uma pedia que cantasse uma canção de natal. A outra, que recitasse uma poesia. A uma terceira que rezasse uma oração.

            E as crianças, inocentes e maravilhadas, piamente acreditavam que aquele São Nicolau e seus criados haviam descido do céu…

            O respeitável visitante abria então o grande “livro de ouro”, onde estava registrado o comportamento das crianças durante o ano. Após consultá-lo, o Bispo chamava uma por uma, dando-lhes bolos, doces, bombons e frutas como presente. Ou melhor, isto era para as bem-comportadas… a outras, ele sentava-as no joelho e, em tom afável, mas sério, repreendia o mau comportamento. E fazia prometerem emendar-se. Caso contrário… no próximo ano mandaria o criado aplicar-lhes o bordão! Àquelas especialmente insubordinadas ameaçava levá-las no grande saco… O efeito era altamente salutar.

            Assim ia são Nicolau de casa em casa, dando bons conselhos, presentes e também reprimentas paternais. Em alguns lugares, apenas deixava presentes nos sapatos das crianças, colocados do lado de fora das janelas. E a ninguém o bom ancião esquecia!

*    *    *

        Depois destas recordações, os soldados franceses e alemães viam a noite caminhar para o seu fim. Comovidos, despediram-se, e o mesmo cortejo se formou, com os alemães partindo ao som da “Stille Nacht” – “Noite Feliz”. No campo de batalha, restavam as marcas de seus passos sobre a neve, e aos poucos o som daquela maravilhosa canção desaparecia, dando lugar ao profundo silêncio da madrugada.

 *    *    *

    Caro leitor, estamos nos aproximando do Natal! Será que não temos também nós alguma rivalidade, briguinha ou queixa contra o próximo? Eis agora uma grande oportunidade de nos reconciliarmos com ele e juntos aguardamos a vinda do Menino Jesus que novamente nascerá nos corações de todos os homens de boa vontade.

Por Caio V.  In: Agência Boa Imprensa – ABIM – 22/81

por VLucena

Convite – Cantata Natalina

dezembro 18, 2014 em Todas as Atividades por VLucena

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