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Solenidade de São José

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RETIRO DE CARNAVAL 2017

Retiro de Carnaval - Arautos do Evangelho - Recife - 2017

25 a 28 de fevereiro de 2017

Com a participação de mais de 70 pessoas, entre terciários, familiares, frequentadores e simpatizantes, realizou-se nos dias de 25 a 28 de fevereiro de 2017, na Colônia Salesiana em Jaboatão dos Guararapes, o Retiro de Carnaval 2017 dos ARAUTOS DO EVANGELHO para as famílias.

Com o tema IMITAÇÃO DE CRISTO, CAMINHO PARA A NOSSA SALVAÇÃO, extraído do livro IMITAÇÃO DE CRISTO, obra do século XV de autoria do Padre Tomás de Kempis, o Diácono Thiago de Oliveira Geraldo, EP, expôs, em 11 palestras os principais pontos da obra a serem aplicados na vida cotidiana para a vivência plena do apostolado e a salvação da alma.

Dentre os pontos abordados, pode-se destacar como imitação de Cristo: o desprezo de todas as vaidades do mundo; como se evitar o juízo temerário; sofrer os defeitos dos outros; a vida interior; da mente pura e da intenção simples; o amor à cruz de Jesus; a comunicação íntima de Cristo com a alma fiel; como o amor próprio afasta no grau máximo do sumo bem; evitar o desânimo quando se cai em algumas faltas; o valor da missa segundo Padre Pio.

Além das palestras e dos momentos de reflexão sobre os pontos apresentados, o retiro contou com diversas outras atividades como missas diárias, recitação diária do terço, Via Sacra, encenação de peça teatral retratando a infinita misericórdia de Deus, atendimento de confissões e procissão.

Distantes da agitação do carnaval e isolados de um mundo cada vez mais ateu, o resultado colhido pelos participantes foi de grande proveito para a vida espiritual e para o Tempo da Quaresma. Com isso, cada cristão poderá ser mais plenamente “outro Cristo”.

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Memória do Santíssimo Nome de Jesus

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Nesta memória do Santíssimo Nome de Jesus recordemos alguns ensinamentos do Catecismo da Igreja Católica a este respeito:

2665. A oração da Igreja, alimentada pela Palavra de Deus e pela celebração da liturgia, ensina-nos a orar ao Senhor Jesus. Mesmo sendo dirigida sobretudo ao Pai, ela inclui, em todas as tradições litúrgicas, formas de oração dirigidas a Cristo. Certos salmos, segundo a sua actualização na oração da Igreja, e o Novo Testamento, colocam nos nossos lábios e gravam nos nossos corações as invocações desta oração a Cristo: Filho de Deus, Verbo de Deus, Senhor, Salvador, Cordeiro de Deus, Rei, Filho muito amado, Filho da Virgem, Bom Pastor, nossa Vida, nossa Luz, nossa Esperança, nossa Ressurreição, Amigo dos homens…

2666. Mas o nome que tudo encerra é o que o Filho de Deus recebe na sua encarnação: JESUS. O nome divino é indizível para lábios humanos mas, ao assumir a nossa humanidade, o Verbo de Deus comunica-no-lo e nós podemos invocá-lo: “Jesus”, “YHWH salva” (Cf. Mt 1, 21). O nome de Jesus contém tudo: Deus e o homem e toda a economia da criação e da salvação. Rezar “Jesus” é invocá-Lo, chamá-Lo a nós. O seu nome é o único que contém a presença que significa. Jesus é o Ressuscitado, e todo aquele que invocar o seu nome, acolhe o Filho de Deus que o amou e por ele Se entregou (Cf. Rm 10, 13; Act 2, 21; 3, 15-16; Gl 2, 20).

2667. Esta invocação de fé tão simples foi desenvolvida na tradição da oração sob as mais variadas formas, tanto no Oriente como no Ocidente. A formulação mais habitual, transmitida pelos espirituais do Sinai, da Síria e de Athos, é a invocação: “Jesus Cristo, Filho de Deus, Senhor, tende piedade de nós, pecadores!”. Ela conjuga o hino cristológico de Fl 2, 6-11 com a invocação do publicano e dos mendigos da luz (Cf. Lc 18, 13; Mc 10, 46-52). Por ela, o coração sintoniza com a miséria dos homens e com a misericórdia do seu Salvador.

2668. A invocação do santo Nome de Jesus é o caminho mais simples da oração contínua. Muitas vezes repetida por um coração humildemente atento, não se dispersa num “mar de palavras” (Mt 6, 7), mas “guarda a Palavra e produz fruto pela constância” (Cf. Lc 8, 15). E é possível “em todo o tempo”, porque não constitui uma ocupação a par de outra, mas é a ocupação única, a de amar a Deus, que anima e transfigura toda a acção em Cristo Jesus.

2669. A oração da Igreja venera e honra o Coração de Jesus, tal como invoca o seu santíssimo Nome. Adora o Verbo encarnado e o seu Coração que, por amor dos homens, Se deixou trespassar pelos nossos pecados. A oração cristã gosta de percorrer o caminho da cruz (Via-Sacra) no seguimento do Salvador. As estações, do Pretório ao Gólgota e ao túmulo, assinalam o caminho de Jesus que, pela sua santa cruz, remiu o mundo.

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Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus – Horários de Missas

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