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Maravilhas da Liturgia – Nº2 (vídeo)

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Durante sua homilia na missa Crismal (Missa da manhã da Quinta feira Santa) do ano de 2007, o Papa Bento XVI assim dizia:

      “(…) na administração dos Sacramentos, o sacerdote age e fala agora ‘in persona Christi’. Nos sagrados mistérios ele não se representa a si mesmo e não fala expressando-se a si mesmo, mas fala pelo Outro, por Cristo. Assim nos Sacramentos torna-se visível de modo dramático o que significa em geral ser sacerdote; o que expressamos com o nosso ‘Adsum, estou pronto’, durante a consagração sacerdotal: eu estou aqui para que possas dispor de mim.

       “In persona Christi no momento da Ordenação sacerdotal, a Igreja tornou-nos visível e alcançável esta realidade das ‘vestes novas’ também externamente mediante o fato de termos sido revestidos com os paramentos litúrgicos. Neste gesto exterior ela deseja tornar-nos evidente o acontecimento interior e a tarefa que nos vem dele: revestir-nos de Cristo, entregar-nos a Ele como Ele se doou a nós. Este evento, o ‘revestir-se de Cristo’, é representado sempre de novo em cada Santa Missa mediante o revestir-nos dos paramentos litúrgicos. (…) O fato de estarmos no altar, vestidos com os paramentos litúrgicos, deve tornar claramente visível aos presentes e a nós próprios que estamos ali ‘na pessoa do Outro’. (…) Portanto, queridos irmãos, gostaria de explicar nesta Quinta-feira Santa a essência do ministério sacerdotal interpretando os paramentos litúrgicos”. (…)

Vídeo explicativo sobre as Alfaias

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O Amito: Retângulo de tecido branco que oAmito sacerdote coloca sobre os ombros e em torno do pescoço.

“No passado e nas ordens monásticas ainda hoje ele era colocado primeiro sobre a cabeça, como uma espécie de capuz, tornando-se assim um símbolo da disciplina dos sentidos e do pensamento necessário para uma justa celebração da Santa Missa. Os pensamentos não devem vaguear aqui e ali por detrás das preocupações e das expectativas da vida quotidiana; (…) E o olhar do meu coração deve estar dirigido para o Senhor que está no meio de nós (…)”.

A alva e a estola: a alva é a veste branca que desce até os pés (veste talar). “E a veste comum aos ministros de qualquer grau” (Intrução Geral do Missal Romano). A estola é uma faixa de tecido da mesma cor da casula que o sacerdote trás em torno do pescoço deixando pender as pontas diante do peito. O Diácono usa a estola a tiracolo sobre o ombro esquerdo. A Estola simboliza a autoridade espiritual do sacerdote.Liturgia3

 “Evocam a veste dominical que o pai ofereceu ao filho pródigo quando regressou a casa esfarrapado e sujo. Quando nos aproximamos da liturgia para agir na pessoa de Cristo todos nos apercebemos de quanto estamos longe d’Ele; quanta sujeira existe na nossa vida. Só Ele nos pode dar a veste dominical, tornar-nos dignos de presidir à sua mesa, de estar ao seu serviço. (…)Ao vestir a alva deveríamos recordar-nos: Ele sofreu também por mim. E só porque o seu amor é maior do que todos os meus pecados, posso representá-lo e ser testemunha da sua luz.

O Cíngulo: o sacerdote cinge-se com o cíngulo, cordão branco, ou da cor dos paramentos. Símbolo da castidade e da luta contra as paixões desregradas. Estão representadas no cíngulo as cordas com as quais as mãos de Nosso Senhor Jesus Cristo foram amarradas.

A Casula (pequena casa): É a veste oficial do sacerdote. Na sua origem era um grande manto em forma de sino ou tenda com uma abertura para a cabeça. Com o passar do tempo foi sendo modificada até chegar na que atualmente é usada. Suas cores mudam de acordo com o tempo litúrgico.Casula

“(…) [Simboliza] o jugo do Senhor que a nós sacerdotes foi imposto. E recorda a palavra de Jesus que nos convida a carregar o seu jugo e a aprender d’Ele, que é ‘manso e humilde de coração’ (Mt 11, 29).

“(…) Às vezes gostaríamos de dizer a Jesus: Senhor, o teu jugo não é minimamente leve. Aliás, é tremendamente pesado neste mundo. Mas olhando depois para Ele que carregou tudo que em si sentiu a obediência, a debilidade, o sofrimento, toda a escuridão, então estas nossas lamentações dissipam-se. O seu jugo é o de amar com Ele. Quanto mais amarmos, e com Ele nos tornarmos pessoas que amam, tanto mais leve se tornará para nós o seu jugo aparentemente pesado.

Nesta mesma homilia, o Santo Padre comentava: “Revestir-se com as vestes sacerdotais outrora acompanhava-se com as orações que nos ajudam a compreender melhor cada um dos elementos do ministério sacerdotal.” A seguir, disponibilizamos aos nossos leitores estas orações .

Enquanto se lava as mãos:

Da, Domine, virtutem manibus meis ad abstergendam omnem maculam, ut sine pollutione mentis e corporis valeam tibi servire.

“Ó Senhor, dai fortaleza às minhas mãos para limpá-las de toda a mancha, assim possa eu servir-Vos com pureza de mente e de corpo”.

Enquanto se põe o amito:

Impone, Domine, capiti meo galeam salutis, ad expugnandos diabólicos incursus.

“Imponde, ó Senhor, na minha cabeça o elmo da salvação, para me defender dos golpes do demônio”.

Enquanto se veste a alva

Dealba me, Domine, et munda cor meum; ut, in sanguine Agni dealbatus, gaudiis perfruar sempiternis.

“Purificai-me, ó Senhor, e limpai meu coração para que, purificado pelo Sangue do Cordeiro, possa eu gozar da felicidade eterna”.

Enquanto se cinge com o cíngulo

Præcinge me, Domine, cíngulo puritatis, et extingue in lumbis méis humorem libidinis; ut maneat in me virtus continentiæ et castitatis.

“Cingi-me, ó Senhor, com o cíngulo da pureza e extingui meus desejos carnais, para que permaneçam em mim a continência e a castidade”.

Enquanto se põe a Estola:

Redde mihi, Domine, stolam immortalitais, quam perdidi in prævaricatione primi parentis; Et, quamvis indignus accedo ad tuum sacrum mysterium, mercar tamen gaudium sempiternum.

“Ó Senhor, restaurai em mim a estola da imortalidade, que perdi pela desobediência de meus primeiros pais, , indigno como sou de me aproximar e vossos sagrados mistérios, possa eu alcançar o gozo eterno”.

Enquanto o sacerdote veste a Casula

Domine, qui dixisti: jugum meum suave est et onus meum leve: fac, ut istud portare sic valeam, quod consequar tuam gratiam. Amen.

“Ó Senhor, que dissestes: ‘Meu jugo suave e meu peso é leve’, fazei que eu seja capaz de levar esta vestimenta dignamente para alcançar a vossa Graça. Amém ”.

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Santa Teresinha – Somente rosas?

SantaTeresinha

No  dia 1º de outubro, festa de Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face, a maior santa dos tempos modernos, segundo São Pio X.

A santa prometeu fazer cair do Céu sobre a terra uma chuva de rosas, vale dizer, graças abundantes para a santificação das almas.

S. Teresinha 010Esse símbolo ficou de tal modo ligado ao seu nome, que, no mais das vezes, quando dela se fala, pensa-se logo nas pétalas de suave perfume, esquecendo-se dos espinhos.

Com efeito, um pouco por toda parte, formou-se uma idéia unilateral sobre a santa de Lisieux: meiga, atraente, havendo mesmo quem julgasse ter sido a jovem e heróica carmelita uma criatura mimada, tanto na família quanto no convento.

Na iconografia sulpiciana e tantas vezes deformada que correu o mundo não se nota o menor traço do sofrimento. Sua vida teria sido um mar de rosas…

Pelo contrário, essa santa, que via despontar em si, com toda clareza, a vocação religiosa aos dois anos de idade, confessa no leito de morte que sofreu incrivelmente, desde sua mais tenra infância. E insistia: “Sofri muito nesta terra; será preciso fazê-lo saber às almas”.(Carnnet Jaune, 31.7.1913)

É precisamente sobre esse aspecto quase desconhecido de Santa Terezinha que pretendemos discorrer no artigo de hoje.

Servimo-nos de anotações extraídas do abalizado livro do Pe. Alberto Barrios, CMF, “Santa Teresita, modelo y mártir de la vida religiosa” (Editorial Coculsa, Madrid, 1964).

No Alto do Carmelo

Dada a limitação do espaço, cingir-nos-emos ao verdadeiro martírio que representou para a santa os nove anos e meio que passou no Carmelo, cujas portas lhe foram franqueadas após luta intensa, aos 15 anos de idade.S. Teresinha 003

Mal acaba de transpor a clausura, ouve a amarga censura do Superior, Pe. Delatroette, perante os familiares e toda a Comunidade: “Quisestes que esta menina entrasse, Vós, e não eu, sereis os responsáveis”.

Mais tarde ele se arrependerá, confessando com os olhos rasos de lágrimas: “Ah, verdadeiramente esta menina é um anjo!”.

A heróica Teresa não tinha nenhuma ilusão sobre o que a aguardava no claustro. Ela mesma escreveu: “Deus me concedeu a graça de não levar nenhuma ilusão ao Carmelo. Encontrei a vida religiosa tal qual a imaginava. Nenhum sacrifício me surpreendeu”.

No tempo da santa, o Mosteiro de Lisieux foi dirigido por uma freira geniosa, “psiquicamente desequilibrada”, Madre Maria de Gonzaga.

Essa religiosa tornou-se efetivamente o instrumento de Deus para a santificação da Irmã Teresa.

Uma das religiosas declarou no processo de canonização: “Vejo-me obrigada a dizer que durante os anos que Soror Teresa do Menino Jesus passou no Carmelo de Lisieux, teve que sofrer esta Comunidade agitações deploráveis.

Existiam oposições de partidos, lutas de caracteres, cuja origem era o temperamento fastidioso de Madre Maria de Gonzaga, que durante mais de 20 anos foi Priora, em diversas ocasiões”.

Os processos fazem referência a fatos assim qualificados: “cenas espantosas estalavam com um a tempestade, a propósito de nada, porém a inveja era sua origem”.

Nesse ambiente a santa demonstrou “toneladas de prudência”. “Deus prova de grande cautela para evitar quanto pudesse agravar a situação já difícil. Procurava conciliar as coisas, acalmar os espíritos turbados, para que voltasse a paz e as almas pudessem retomar sua vida interior, abalada com frequência”.

Soror Maria Madalena depôs: “Neste ambiente, tão pouco edificante, Soror Teresa do Menino Jesus não cometeu jamais a menor falta”.

Era tal sua união com Deus que vivia como se estivesse no mesmíssimo Céu! Todas as dificuldades eram uma ocasião de progredir na virtude.

Humilhações

É conhecido o episódio da teia de aranha. A noviça, após executar exemplarmente a limpeza, recebe da Superiora perante toda a Comunidade esta repreensão: “Bem se vê que o claustro foi varrido por uma menina de 15 anos! É uma calamidade. Vá tirar aquela teia de aranha e seja mais cuidadosa para o futuro!”.

S. Teresinha 002       “Durante seu postulantado, comenta Sóror Teresa de Santo Agostinho, foi tratada muito severamente pela Madre Priora. Nunca a vi rodeada de cuidados, nem de atenções. Esta maneira de comportar-se com a Serva de Deus não se modificou com os anos; mas a doçura e humildade com que aceitava as advertências, as repreensões, não se desmentiram nunca: ainda quando não eram merecidas”.

Um dia em que Madre Inês, irmã mais velha da santa revelou à Priora sua tristeza por ver a jovem irmã tão maltratada e sempre humilhada sem razão, Madre Gonzaga respondeu vivamente:

–“Aqui está o inconveniente de ter irmãs ( no convento)… Sóror Teresa é muito mais orgulhosa do que pensais; necessita ser constantemente humilhada”.

Mas o tratamento adverso não vinha apenas da Superiora. “Algumas religiosas – declarou Celina, a irmã carnal pouco mais velha que a santa – abusavam de sua heróica paciência.

Durante três anos, a santa cuidou com carinho maternal de uma religiosa – Soror San Rafael – “maníaca e sem inteligência, que faria impacientar a um anjo”.  Ao declínio mental se ajuntava a didropsia.

Seja por curta inteligência, seja por imaginar que Teresa não tinha sede, o fato é que todos os dias bebia sozinha a pequena jarra de cidra que colocavam para ela e para a santa, no refeitório. O mérito está em que Teresa jamais lhe disse uma palavra de advertência, privando-se de tomar a cidra que lhe correspondia.

Terrível Holocausto

Teresa repetiu mais de uma vez que não conheceu, em sua vida de carmelita, os consolos de Deus. Seus últimos dias foram particularmente marcados por terríveis sofrimentos físicos e morais.

Na Quaresma de 1897, a tuberculose revela-se em estágio desesperador. Todos os dias às 15 hora – “horário militar”, dirá a doente – uma forte febre a vai consumindo. As hemoptises tornam-se rotina, duas e até três num só dia.S. Teresinha 011

As crises de sufocação diurnas e noturnas são terríveis. A angústia a invade. Aspira éter, mas a opressão é tão forte que o remédio não produz efeito. Teresa sofre muitas séries de aplicações de pontas de fogo, mais de quinhentas numa só vez – “eu mesma as contei”, diz Celina. Ela chegou a ponto de não poder respirar sem dar pequenos gritos, de quando em quando.  Uma sede ardente a consome: “Quando eu bebo, é como se derramasse fogo sobre fogo”.

A tuberculose atinge outros órgãos, que começam a decompor-se pela gangrena, provocando sofrimentos lancinantes. Teresa já não suporta o menor barulho, mesmo o amarrotar de um papel ou palavras ditas em voz baixa. Uma fraqueza que não lhe permite sequer mexer as mãos, pesadelos aterradores, nervos à flor da pele – ela chega ao auge do seu calvário! Está tão magra que, em muitas partes, os ossos atravessam a pele e formam-se chagas dolorosíssimas. “Não desejeis conservá-las nesse estado, adverte o médico, é horrível o que ela sofre!”

“Nunca pensei que fosse possível sofrer tanto. Nunca! Nunca!” – exclama por sua vez a doente. Sua agonia foi longa e dolorosíssima: “Não encontro explicação para isto senão nos ardentes desejos que tive de salvar almas”, dizia a santa.

Sua morte foi grandiosa e impressionante na sua simplicidade. O êxtase transfigurou sua fisionomia.

“Ninguém imagine – advertia Teresa – que seguir nossa pequena via é levar uma vida de repouso, toda de doçura e de consolações. Ah! é bem o contrário! (…) Porque o amor não vive senão de sacrifícios, e quando alguém se entregou totalmente ao amor, deve estar para ser sacrificado sem nenhuma reserva”.

Eis o verdadeiro sentido da vida de Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face.

Infelizmente, ele é desconhecido de muitos, que formaram uma visão distorcida da extraordinária religiosa de Lisieux; fixaram apenas o símbolo da chuva de rosas, esquecendo-se porém dos espinhos.

Fonte: Desconhecida

Acenda uma vela virtual a Santa Teresinha! Clique aqui.

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Maravilhas da Liturgia

Liturgia

Introdução

       Diz o Concílio Vaticano II: “É desejo ardente da mãe Igreja que todos os fiéis cheguem àquela plena, consciente e ativa participação na celebração litúrgica que a própria natureza da liturgia exige e à qual o povo cristão, ‘raça escolhida, sacerdócio real, nação santa, povo adquirido’ (1Pd 2,9; cf. 2,4-5), tem direito e obrigação, por força do batismo” (Sacrossanctum Concilium, II, 14). Por esta razão, este Blog inicia hoje esta sessão de liturgia. Tentaremos transmitir aqui uma parte do rico tesouro que a Igreja Católica possui a propósito deste tema. A Explicação de alguns pontos, a origem histórica, o comentário do evangelho e a vida dos santos.

1ª Parte

        No ano de 988, Vladimir, Príncipe de Kiev, enviou emissários a diversos povos para comprovarem que culto religioso prestavam a Deus e assim ver qual ele escolheria para seu reino. Os emissários foram aos búlgaros, mulçumanos, mas as cerimônias realizadas nas mesquitas não os agradaram. Foram então aos germânicos e sem encontrar o que procuravam, finalmente se dirigiram a Constantinopla, onde foram recebidos pelo imperador. Este se alegrou e procurando o Patriarca e lhe disse: “Os de Rus (os de Kiev) vieram conhecer nossa fé. Prepare o templo e os ministros do Senhor revestindo-os com vossas vestes sacerdotais para que possam ver a glória de nosso Deus”.

       O Patriarca convocou seus ministros e segundo o costume celebrou um ofício festivo. Foram preparados os turíbulos e o coro entoou os hinos sagrados.

        O Imperador entrou com os enviados de Vladimir no templo e os fez sentar-se em um lugar amplo onde podiam ver a beleza do edifício, o canto e o culto que os sacerdotes, diáconos e ministros rendiam ao Senhor. Os legados ficaram profundamente impressionados e maravilhados com os divinos ofícios.

        Quando regressaram a Kiev disseram ao Príncipe: “O que vimos em Constantinopla não pode ser expresso em palavras. Durante a celebração litúrgica, não sabíamos se nos estávamos na terra ou no céu”. (cf. El Corazón de La Luturgia, La celebración Eucarística, Félix Maria Arocena, Colección Pelicano, Ediciones Palabra, Madrid, 2004)

“ … a liturgia é o cimo para o qual se dirige a ação da Igreja, e, ao mesmo tempo, a fonte donde brota toda a sua força.” (Sacrossanctum Concilium)

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Festa de Nossa Senhora do Carmo

16 de julho de 2010

 

        Com grande participação popular, foi celebrada em Recife a 314ª festa de Nossa Senhora do Carmo, padroeira da cidade.

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        Nos nove dias que antecederam à festa, os fiéis lotaram a basílica do Carmo, no centro da cidade, para a celebração da novena. Neste ano de 2010, em união com o apelo lançado pelos bispos em Aparecida, foi desenvolvido o tema “Maria, Mãe e Modelo da Igreja em Missão”.

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        Uma multidão de fiéis, vindos inclusive de cidades do interior, acompanhou a procissão no dia 16. Partindo da igreja da Santa Teresa (da Ordem Terceira do Carmo), o andor com a imagem da Virgem do Carmo percorreu as principais ruas do centro do Recife, enquanto se entoava o cântico “Mãe, ó mãe, abre os teus braços e acolhe o Recife”.

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        Convidados pelos frades carmelitas, os Arautos do Evangelho participaram das comemorações, em um dos dias da novena e durante a procissão.