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Visita à Paróquia Santa Maria Mãe de Deus

12 de maio de 2018

A pedido dos responsáveis pela catequese da Crisma, os Arautos do Evangelho levaram a imagem peregrina do Imaculado Coração de Maria à Paróquia de Santa Maria Mãe de Deus, no bairro da Macaxeira, em Recife.

A visita realizada por ocasião do mês mariano. Os catequisandos rezaram o terço e em seguida os cooperadores dos Arautos fizeram uma breve exposição sobre Nossa Senhora de Fátima, a importância da devoção a Ela e sobre o carisma e espiritualidade dos Arautos do Evangelho.

No final do ato o pároco, Pe. Antônio Diego Santos da Cunha, deu a bênção a todos os presentes.

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Viagem a Natal (RN) reúne jovens pernambucanos e cearenses

28 a 30 de abril de 2018

Durante os dias de feriado, jovens pernambucanos e cearenses reuniram-se para uma atividade conjunta na cidade de Natal – RN.

A imagem peregrina do Imaculado Coração de Maria foi levada à Paróquia de Nossa Senhora Aparecida, sendo calorosamente recebida pelo pároco, Pe. Antônio Nunes de Araújo, e pelos numerosos fiéis presentes.

Durante os três dias os jovens participaram de várias atividades, como a visita da imagem de Nossa Senhora a comunidades e a peregrinação ao Memorial dos Mártires em Uruaçu. Também realizaram um passeio de buggy pelas famosas dunas da região.

Acompanhe as fotos.

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Batismo e Primeiras Comunhões

1º de abril de 2018

Ó Deus, por vosso filho unigênito, vencedor da morte, abristes hoje para nós as portas da eternidade. Concede que, celebrando a ressurreição do Senhor, renovados pelo vosso Espírito, ressuscitemos na luz da vida nova.” (Oração do dia do Domingo de Páscoa)

No Domingo de Páscoa, a liturgia da Igreja se une aos coros dos anjos para comemorar a Ressurreição do Senhor. Nessa data tão marcante, um jovem ingressou na Santa Igreja recebendo o sacramento do Batismo e, juntamente com outros quatro jovens, fez a sua Primeira Comunhão.

Veja as fotos a seguir.

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Tríduo Pascal na sede dos Arautos em Recife

29 de março a 1º de abril de 2018

Vigília Pascal – Cântico do “Exultet”

A vida dos homens e a sua ação neste mundo terminam-se com a morte; mas, ao contrário, a vida de Jesus e o seu reinado na Terra começam no momento em que morre pela salvação do mundo. Naquele dia, seu Pai investiu na realeza sobre essa raça de Adão, que Jesus acabava de arrancar à morte e ao inferno. E por isso, a cruz, que foi o instrumento da sua vitória, tornar-se-á o estandarte do seu reinado, “vexillla regis”, e por ela vencerá a todos os povos: Judeus, Romanos e Bárbaros. E eis aí porque Jesus suspirava pelo batismo de sangue: “Quando for levantado entre o céu e a terra, dizia Ele, hei-de atrair tudo a mim. ”[1]

Grande número de fiéis participou das celebrações do Tríduo Pascal na sede dos Arautos do Evangelho, em Recife. Na Quinta-Feira Santa, a Liturgia da Igreja relembra a instituição da Eucaristia e do Sacerdócio. Ao mesmo tempo, no final da Missa, o altar é despojado de todos os ornamentos, símbolo da traição de Judas, do abandono dos apóstolos e do início da Paixão. Na Sexta-Feira Santa foi cantado o Evangelho da Paixão e realizada a adoração à Santa Cruz, instrumento de nossa Redenção. Finalmente, na Vigília Pascal é lembrada gloriosa Ressurreição do glorioso triunfo do Salvador e o seu triunfo definitivo sobre o pecado e a morte, conforme comenta o professor Plínio Corrêa de Oliveira: “A Santa Igreja se serve das alegrias, vibrantes e castíssimas da Páscoa, para fazer brilhar aos nossos olhos, mesmo nas tristezas da situação contemporânea, a certeza triunfal de que Deus é o supremo Senhor de todas as coisas, de que seu Cristo é o Rei da glória, que venceu a morte e esmagou o demônio, de que a sua Igreja é rainha de imensa majestade, capaz de se reerguer de todos os escombros, de dissipar todas as trevas, e de brilhar com mais luzidio triunfo, no momento preciso em que parecia aguardá-la a mais terrível, a mais irremediável das derrotas.” [2]

[1] Berthe, A., “Jesus Cristo – Sua vida, sua paixão, seu triunfo”, Einsiedeln, 1925, p. 421, 430-432.

[2] Corrêa de Oliveira, Plínio. “Páscoa”, in “O Legionário”, nº 660, 1/4/1945