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Procissão dos Passos

8 de abril de 2011

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         A Procissão dos Passos do Recife é uma das mais antigas cerimônias religiosas do Brasil. Centenas de fieis acompanharam nesta sexta-feira a tradicional Procissão dos Passos, que acontece no centro do Recife há 357 anos. 

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        A celebração eucarística  – presidida pelo Frei Joaquim Ferreira da Luz, OC – foi realizada na Basílica do Carmo, ponto incial de onde saiu a procissão em direção a matriz da Madre de Deus.

         Os cantos litúrgicos ficaram a cargo dos Arautos do Evangelho.

        O arcebispo de Olinda e Recife, Dom Fernando Saburido conduzia os fiéis num clima de muita piedade e devoção.

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        A procissão nos faz lembrar a caminhada de Jesus em direção ao calvário, quando foi preso, açoitado e crucificado.

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Festa em Lagoa do Carro-PE

28 de março de 2011

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            Tu és sacerdote eternamente, segundo a ordem de Melquisedec (Sl 109,4).
           Dia de Festa no município de Lagoa do Carro, Pernambuco. O adminstrador paroquial, Pe. Anael Antônio Henrique de Figueiredo, comemora seus cinco anos de ordenação presbiteral, cinco anos de serviço e dedicação à Igreja.

           Os Arautos do Evangelho de Recife foram convidados a participar da animação litúrgica da Santa Missa, celebrada pelo Pe. Anael, concelebrada pelo Pe. José Vieira Lemos Cavalcanti  e auxiliado pelo Diácono Clério Airon.

          No final da celebração, os paroquianos manifestaram sua benquerença na declamação de um discurso agradecendo por tudo quando o Pe. Anael tem feito na Paróquia de Nossa Senhora da Soledade.

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Começa o curso de Consagração

20 de março de 2011

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           Neste Domingo, começamos na Casa dos Arautos do Evangelho de Recife, mais um curso de consagração a Jesus Cristo Sabedoria Encarnada, pelas mãos de Maria Santíssima.

          Não precisa dizer, que todos estavam ávidos pelo tema,  num desejo ardente de saber como alcançar tão sublime ato.

  • Tema abordado: “Para que eu fui criado?”

            Como desfecho, a celebração Eucarística encerrou esse primeiro dia do curso.

            Até Domingo que vem, para mais uma Aula do Curso de Consagração!!!

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As vestes litúrgicas

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Cores Litúrgicas

     “As diferentes cores das vestes sagradas visam manifestar externamente o caráter dos mistérios celebrados e também a consciência de uma vida cristã que progride com o desenrolar do ano litúrgico.

       Com relação à cor das vestes sagradas, seja observado o uso tradicional, a saber:

O BRANCO é usado nos Ofícios e Missas do Tempo pascal e do Natal do Senhor; além disso, nas celebrações do Senhor, exceto as de sua Paixão, da Bem aventurada Virgem Maria, dos Santos Anjos, dos Santos não Mártires, nas solenidades de Todos os Santos (1º de Novembro), de São João Batista (24 de Junho), da Cátedra de São Pedro (22 de fevereiro) e da Conversão de São Paulo (25 de janeiro).

O VERMELHO é usado no domingo da Paixão e na Sexta feira  da Semana Santa, no domingo e Pentecostes, nas celebrações da Paixão do Senhor, nas festas natalícias dos Apóstolos e Evangelistas e nas celebrações dos Santos Mártires.

O VERDE se usa nos Ofícios e Missas do Tempo Comum.

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O ROXO é usado no tempo do Advento e da Quaresma. Pode também ser usado nos Ofícios e Missas dos Fiéis defuntos.

O PRETO pode ser usado, onde for costume, nas Missas dos Fiéis defuntos.

O ROSA pode ser usado, onde for costume, nos domingos Gaudete (III do Advento) e Laetare (IV da Quaresma).

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        Em dias mais solenes podem ser usadas vestes sagradas festivas ou mais nobres, mesmo que não sejam da cor do dia.” (Instrução Geral do Missal Romano)

Paramentos AZUIS

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        Algumas pessoas nos perguntaram por que em algumas paróquias  usam  paramentos azuis nas festas de Nossa Senhora uma vez que não é uma cor litúrgica (pelo menos no Brasil)?

        Como podemos observar, o principal documento legislativo sobre as cores litúrgicas, a “Instrução Geral do Missal Romano” (ou IGMR), não  menciona diretamente os paramentos azuis. Mas existem referências indiretas (“outras cores festivas”).

         Ora, o Direito da Igreja canoniza o costume, conforme certas regras (cc. 5 §1-2, 23-28). Por “costume”, a Igreja considera aqueles habitos que legitimamente se foram constituindo nas diferentes comunidades que constituem a “Ecclesia”. Existem dois tipos de costumes: “contra a lei” (contra legem), e “a margem da lei” (praeter legem).

        O primeiro define algo que contradiz explicitamente algum preceito legislativo. O segundo se refere a algo que não esta contemplado na lei (seria algo como um ângulo morto do Direito Canonico). Os paramentos azuis se encaixam claramente neste segundo elemento.

        De modo que algo feito com freqüência, legitimamente, por muito tempo, transformando-se em costume, pode inclusive chegar a tornar-se lei, mesmo que seja um costume “contra legem”.

       Quanto mais quando se tratar de um costume “praeter legem”. Podemos então justificar assim o uso (tanto em materia de lugares, quanto de datas) dos paramentos azuis na Igreja, para celebrações marianas.