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Crianças carentes visitam o presépio dos Arautos

12 de Dezembro de 2013

Todos os anos, por ocasião das festividades natalinas, os Arautos do Evangelho em Recife provem um presépio catequético, com som, luz e movimento.

É como numa apresentação teatral. Através de um espetáculo de luzes e sons, você verá as peças se moverem para melhor contemplar a mais bela de todas as histórias: o nascimento do Menino Jesus!

Após poucas semanas da inauguração deste presépio, centenas de pessoas acorreram ao bairro do Poço da Panela para presenciar e viver as graças do Natal que se aproxima.

Entre os inúmeros visitantes, tivemos a alegria de receber a Casa da Criança Marcelo Asfora e a Escola Municipal Metodista.

Se você ainda não conhece, não perca esta oportunidade! Traga toda sua família, grupos de catequese, grupos bíblicos, pastorais, grupo de coroinhas, etc.

Para mais informações Clique Aqui.

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Arautos visitam o Instituto Padre Venâncio

06 de Dezembro de 2013

O Instituto Padre Venâncio fora fundado pelo Padre José Venâncio de Melo, então Presidente da Companhia de Caridade, entidade mantida pela Arquidiocese para apoio e amparo a pessoas idosas. Originalmente a instituição recebeu outra denominação, Asilo da Velhice Desamparada.

Oitenta e duas usuárias são atendidas neste recinto e os resultados obtidos têm sido uma melhora significativa na qualidade de vida dos residentes com rebatimentos positivos na saúde e autoestima.

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No dia 06 de Dezembro, missionários Arautos, incluindo um sacerdote, levaram a estas idosas palavras de conforto. Também nesta mesma ocasião foram dadas a bênçãos nos leitos e administração dos sacramentos da Reconciliação e Unção dos Enfermos.

Lembremo-nos das palavras de Nosso Senhor: “Estive enfermo e me visitastes.” (Mt 25,36) Estejamos certos de que, fazendo este ato de caridade, estamos seguindo os passos do Bom Pastor pois Ele mesmo ordena: “Deverás amar teu próximo como a ti mesmo” e ainda; “com a mesma medida com que medirdes sereis medidos”…

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Nossa Senhora das Graças e a Medalha Milagrosa

27 de Novembro de 2013

A vidente de Nossa Senhora

Catarina Labouré veio ao mundo em 1806, na província francesa da Borgonha, sob o céu de Fain-les-Moutiers, onde seu pai possuía uma fazenda e outros bens. Aos nove anos perdeu a mãe, uma distinta senhora pertencente à pequena burguesia local, de espírito cultivado e alma nobre, e de um heroísmo doméstico exemplar. Abalada pelo rude golpe, desfeita em lágrimas, Catarina abraça uma imagem da Santíssima Virgem e exclama: “De agora em diante, Vós sereis minha mãe!”

Aparição da Virgem Imaculada

Em 27 de novembro de 1830, a Virgem Imaculada aparecia na capela da Casa-Mãe das Filhas da Caridade, em Paris.

Eram por volta de cinco horas e meia da tarde. Em profundo silêncio, a Irmã Catarina Labouré fazia sua meditação. De repente, ela ouviu um ruído como o frufru de um vestido de seda, vindo do lado da Epístola. Levantou os olhos e deparou com a Santíssima Virgem Maria, resplandecente de luz, trajando um vestido branco e um manto branco-aurora. Os pés da Mãe de Deus pousavam sobre a metade de um globo; suas mãos seguravam outro globo, que Ela oferecia a Nosso Senhor com uma inefável expressão de súplica e de amor. Mas eis que esse quadro vivo se modifica sensivelmente, figurando o que foi depois representado na Medalha Milagrosa. As mãos de Maria, carregadas de graças simbolizadas por anéis radiosos, emitem feixes de raios luminosos sobre a terra, mas com maior abundância num ponto.

A Medalha Milagrosa e seus simbolismos

Assim escreve Santa Catarina Labouré:

“Enquanto eu a contemplava, a Virgem Santa baixou seus olhos para mim, e uma voz me disse no fundo do coração : ‘Este globo que vês representa o mundo inteiro, especialmente a França e cada pessoa em particular’.

“Não sei exprimir o que pude perceber da beleza e do brilho dos raios.

“E a Virgem Santa acrescentou: ‘Eis o símbolo das graças que derramo sobre as pessoas que me pedem’, dando-me a entender quanto Ela é generosa para quem a invoca… quantas graças Ela concede às pessoas que Lhe pedem… Nesse momento, eu estava ou não estava… não sei… eu saboreava aqueles momentos! “

Formou-se em torno da Santíssima Virgem um quadro meio ovalado, no qual se liam estas palavras, escritas em letras de ouro: ‘Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorrermos a Vós’.

Nesse instante, o quadro me pareceu girar e vi o reverso da medalha: no centro, o monograma da Santíssima Virgem, composto pela letra “M” encimada por uma cruz, a qual tinha uma barra em sua base. Embaixo figuravam os Corações de Jesus e de Maria, o primeiro coroado de espinhos, e o outro, transpassado por um gládio. Tudo desapareceu como algo que se extingue, e fiquei repleta de bons sentimentos, de alegria e de consolação.

“Depois se fez ouvir uma voz que me disse: ‘Faze cunhar uma medalha conforme este modelo; as pessoas que a portarem com piedade receberão grandes graças, sobretudo se a levarem no pescoço; as graças serão abundantes para aqueles que tiverem confiança’.”

A Medalha foi cunhada e espalhou-se com maravilhosa rapidez pelo mundo inteiro, e em toda parte foi instrumento de misericórdia, arma terrível contra o demônio, remédio para muitos males, meio simples e prodigioso de conversão e de santificação.

Algumas graças…

“Que ele venha agora…”

Oito soldados moribundos foram conduzidos ao hospital. Um deles recusou confessar-se. A Irmã escorregou uma medalha da Virgem Santíssima sob o travesseiro do pobre enfermo.

No dia seguinte, ele chamou a Irmã e lhe disse:

– A gente morre como cão aqui? Sou cristão e quero confessar-me.

– Eu lhe propus isso ontem e você disse “não”; e até mesmo expulsou o sacerdote – respondeu a Irmã.

– É verdade, e lamento essa atitude. Que ele venha agora.

Salvas de uma avalanche

Uma avalanche tinha esmagado uma aldeia dos Alpes. Os soldados enviados para prestar socorro à população encontraram sob os escombros uma mulher e sua filha, que passaram doze horas em aflições indescritíveis.

A mãe contou que sua filha ficara desmaiada por várias horas e que ela a julgava morta. Por sua vez, ela queria morrer, para não agonizar durante muito tempo sobre o pequeno cadáver. De repente, sentiu a mão gelada de sua filha tocar-lhe.

– Margarida!

– Onde estamos, mamãe?

– Pobrezinha, estamos nas mãos de Deus.

A escuridão era completa, e as duas infelizes tinham feito o sacrifício de suas vidas. Ao cair da tarde, elas ouviram um ruído surdo: era o barulho das picaretas dos soldados que vinham socorrê- las. Somente então essas pobres sepultadas-vivas sentiram renascer a esperança.

– Avante! Estamos aqui, deste lado. Pelo amor de Deus e da Virgem Maria, avante!

Por volta de cinco horas da tarde elas estavam salvas.

Os cabelos da mãe tinham embranquecido durante essas doze horas. E as duas mostravam a medalha que cada uma portava ao pescoço, dizendo: – Eis aqui a salvação e a vida!

 (Adaptado: Mons. João Clá Dias. In: Revista Arautos do Evangelho, Nov/2005, n. 47, p. 32 à 35)

*Após a Missa do dia 01/12/13 (Domingo) será feita a imposição da Medalha Milagrosa para aqueles que desejarem. Não perca esta oportunidade!

Conheça mais sobre esta devoção: Clique aqui

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Anjos, sob sua proteção

19 de Novembro de 2013

Ao falar sobre os anjos, com muita facilidade vem-nos à mente a clássica representação de um misterioso jovem de bela aparência, trajando uma túnica alva e portando em suas costas duas longas asas.

Mas, afinal, quem são os anjos? Quais são suas características? Qual é o papel que desempenham para a salvação da humanidade?

Muito antes das definições teológicas dos últimos séculos, o ensinamento sobre os anjos encontra-se fundamentado na autoridade das Sagradas Escrituras e dos Padres da Igreja. Tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, numerosas passagens nos mostram os anjos em ação, na tarefa de proteger e guiar os homens, e servindo de mensageiros de Deus.

“Anjos, sob sua proteção”, foi o tema central do encontro regional de Cooperadores e simpatizantes dos Arautos do Evangelho, realizado entre os dias 15 e 17 do presente mês em Recife-PE.

Foram três dias de muita oração, missas, confissões e palestras sob a orientação do Pe. Louis Goyard, EP, secretário geral da Sociedade de Vida Apostólica Virgo Flos Carmeli e professor do ITTA (Instituto Teológico São Tomás de Aquino).

Que os Anjos da Guarda de cada um dos presentes façam frutificar as graças recebidas durante estes dias de fraternal convívio.

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