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Viagem de Férias: Rio de Janeiro

Conhecendo o Rio de Janeiro

Na viagem de retorno ao Recife pudemos parar um pouco e contemplar uma das maravilhas marítimas que Deus depositou neste nosso País, Angra dos Reis. “Mares e Rios bendizei ao Senhor… Louvai-o e exaltai pelos séculos sem fim” (Dn 3, 77).

Cristo Redentor

No dia seguinte pudemos visitar a “Cidade Maravilhosa do Rio de Janeiro”. Começamos subindo o morro do Corcovado em direção àquele que, com seus braços abertos, nos acolhe a todos em seu coração, o Cristo Redentor. No alto deste monte contemplamos os primeiros fulgores do Sol sobre a encantadora Baía de Guanabara.

Igreja da Candelária

No século XVII o navio “Candelária” entrou em uma terrível tempestade em alto mar. Um casal que estava a bordo – Antônio e Leonor – fez então uma promessa de construir uma igreja em honra à Mãe de Deus. A nau então aportou sem perigo no porto do Rio de Janeiro. Salvos, os esposos erigiram uma pequena capela sob o patrocínio de Nossa Senhora da Candelária. Atualmente o templo data do século XVIII. Bem maior que a primeira ermida, é uma joia que encanta a todos.

Conhecemos também o Museu da Marinha, a igreja do Mosteiro de São Bento e a tradicional Confeitaria Colombo.

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Viagem de Férias

Curso de Férias e Aparecida do Norte

Nossa viagem está chegando ao fim e, mesmo com certo atraso (pedimos desculpas aos leitores deste blog) não poderíamos deixar de publicar aqui algumas notícias e fotos destes dias.

Como resumir estas semanas? Apenas um autor divino, o Espírito Santo, poderia expirimir em poucas palavras: “Ecce quam bonum et quam jucundum habitare fratres in unum”, como é bom, como é suave os irmãos viverem juntos bem unidos!” ( Sl 132, 1)

Uma palestra musical

Tornou-se quase uma tradição dentro do cursos de férias ter uma palestra que transforma-se em um verdadeiro concerto para os jovens. Assim o foi também nestes dias do curso. A Igreja sempre preocupou-se com esta formação musical, já Pio XII dizia: Entre os muitos e grandes dons de natureza com que Deus enriqueceu o homem deve-se incluir a música, que contribui para o gozo espiritual e para o deleite da alma. Com razão assim escreve dela Agostinho: “A música, isto é, a doutrina e a arte de bem modular, como anúncio de grandes coisas foi concedida pela divina liberalidade aos mortais dotados de alma racional” (Pio XII, Carta Encíclica MUSICAE SACRAE DISCIPLINA).

Aproveitamos os últimos instantes em São Paulo para conhecer várias casas dos Arautos. Dentre elas, fomos a Casa Mãe dos Arautos do Evangelho, um antigo prédio que serviu de observatório astronômico da ordem Beneditina, no início do século XX, quando todo o bairro era uma vasta propriedade dos filhos de São Bento.

Outra casa visitada foi Lumen Profetae, um conjunto arquitetônico com vários prédios (alguns ainda em construção) que por sua estrutura ficou conhecida como a “cidade dos Arautos”. As formas, os vitrais, as pedras, a paisagem tudo isso unido para fazer o homem, através do belo, chegar a Deus!

Aparecida do Norte

Deixando a Serra da Cantareira, fomos rumo àquela que é a Mãe de Deus e Nossa, Aparecida do Norte. Ali, deixamos nossos agradecimentos pelos dias passados, pedidos para o futuro; e preces, muitas preces por todos aqueles a quem devemos rezar, por nossos familiares, por nossos formadores, por nosso país e nosso mundo para que, de fato, Ela e seu Filho Jesus Cristo reinem nos corações.

 

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3º Domingo do Tempo Comum

 

Ao saber que João tinha sido preso, Jesus voltou para a Galileia.

   A prisão do Precursor, determina o fim do regime da Lei e dos profetas e o começo da pregação sobre o Reino dos Céus, conforme veremos na Liturgia deste 3º Domingo do Tempo Comum.

   Como podemos comprovar, pelos Evangelhos, Jesus era conduzido pelo Espírito e, por um sopro d’Ele, Se retira para a Galileia. Não por temer o martírio, mas por não haver ainda chegado sua hora.

   É o próprio Espírito Santo que com sabedoria nos inspira a escolher os tempos e os lugares. Ele é quem nos ensina quando devemos fugir das perseguições ou afrontá-las, em quais momentos temos obrigação de falar ou de calar, de manifestar-nos a todos ou de nos recolher. Se fôssemos inteiramente flexíveis aos sopros da graça do Espírito Santo, maravilhas sairiam de nossas mãos para a glória de Deus e da Santa Igreja, o bem dos outros e a santificação de nossas almas.

   Infelizmente, com raras exceções, a humanidade se move, ao longo da História, muito mais pelo interesse pessoal, pela ambição, pela inveja, pelo amor-próprio, pela vaidade, pelo prazer, em uma palavra, pelo pecado. Quão grande desperdício de dons, virtudes e graças, do qual se prestará contas diante do Juízo de Deus!

Deixou Nazaré e foi morar em Cafarnaum, que fica às margens do Mar da Galileia, a no território de Zabulon e Neftali…

   Como claramente se deduz, foi por motivos ocasionais que Jesus “foi morar em Cafarnaum”. Entretanto, pode-se afirmar, com segurança, que nada se passava na vida do Salvador sem ter grandes razões como causa.

   Um motivo mais sobrenatural levou Jesus a tomar este caminho: “Começa Jesus a evangelizar as regiões por onde tivera início a defecção de Israel. Demonstra com isso sua misericórdia e sabedoria, levando o remédio onde mais grave era o mal, servindo- Se de uma cidade populosa, mas incrédula e preocupada só com os negócios humanos, para que dali se irradiasse a pregação do Reino de Deus. Quis, assim, significar que quem mais necessita de remédio são os enfermos, não os sadios; e que nunca devemos resistir a nenhum apostolado sob pretexto de que o campo não está preparado para receber nosso trabalho”.

…para se cumprir o que foi dito pelo profeta Isaías: “Terra de Zabulon, terra de Neftali, caminho do mar, região do outro lado do rio Jordão, Galileia dos pagãos! O povo que vivia nas trevas viu uma grande luz, e para os que viviam na região escura da morte brilhou uma luz”.

Trata-se de uma belíssima profecia que se cumpre ao estabelecer-Se o Senhor em Cafarnaum. De fato, segundo nos é descrito pelo Segundo Livro dos Reis (cf. 15, 29), Teglat-Falasar, rei dos Assírios, invadiu várias regiões, entre as quais as terras de Zabulon e Neftali. Isto se deu por um castigo de Deus. Foi assim devastada a Galileia e tomada pelos gentios, e daí seu nome “Galileia dos pagãos”.

   Essa era a principal razão de se terem constituído seus habitantes em objeto de desprezo da parte do resto da nação, pois grande era a infiltração de gentios arameus, itureus, fenícios e gregos, que inevitavelmente se mesclavam com os judeus de raça. Ora, torna-se compreensível o quanto se corromperam as doutrinas e os bons costumes religiosos do povo eleito naquelas paragens, devido à forte e diversificada influência pagã, bem como o motivo pelo qual ele “vivia nas trevas” e na “região escura da morte”.

Daí em diante Jesus começou a pregar dizendo: “Convertei-vos, porque o Reino dos Céus está próximo”.

O Reino está próximo e, para nele penetrar, é preciso fazer penitência, humilhar-se, purificar-se. É a via segura para se obter a paz com Deus e consigo mesmo. Essa foi a condição colocada por Jesus, e, por este motivo, “não começou” — diz o Cardeal Gomá, referindo o pensamento de São João Crisóstomo — “pregando as altas coisas da justiça da Nova Lei, mas as coisas íntimas da retificação da vontade pela penitência.

Quando Jesus andava à beira do Mar da Galileia, viu dois irmãos: Simão, chamado Pedro, e seu irmão André. Estavam lançando a rede ao mar, pois eram pescadores. Jesus disse a eles: “Segui-Me, e Eu farei de vós pescadores de homens”. Eles imediatamente deixaram as redes e O seguiram. Caminhando um pouco mais, Jesus viu outros dois irmãos: Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João. Estavam na barca com seu pai Zebedeu consertando as redes. Jesus os chamou. Eles imediatamente deixaram a barca e o pai, e O seguiram.

   O padre Luis María Jiménez Font, faz um excelente comentário sobre essa passagem: “Parece que a vocação dos Apóstolos se passou da seguinte maneira: Cristo recebeu espontaneamente os que a Ele se juntaram, procedentes do discipulado do Batista — André e Pedro, João e Tiago —, e no primeiro retorno à Galileia, Filipe e Natanael, aos quais permitiu Jesus retomar suas atividades depois da cura do filho do régulo, acabada a primeira pregação na Judeia, pois o primeiro ministério do Senhor na Galileia, parece que Ele o fez completamente só. Quando já era conhecido na região, decidiu formalizar o ponto da colaboração alheia, e chamou outra vez aqueles que no início O tinham acompanhado por devoção, para que O seguissem de modo definitivo e plenamente dedicado, no dia da pesca milagrosa”.

Jesus andava por toda a Galileia, ensinando em suas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino e curando todo tipo de doença e enfermidade do povo.

   Depois de longas décadas no silêncio oculto de Nazaré, vemos agora o Salvador no pleno exercício de sua missão pública, pregando sobre o Reino de Deus, curando os enfermos e expulsando os demônios. Não sabemos dizer quanto durou essa zelosa atividade apostólica, e não seria exagerado supor ter ela se prolongado por vários meses.

   No último ano de sua vida pública, a manifestação será revestida de um esplendor exuberante. Mas, neste período da Galileia, “o Evangelho do Reino” é pregado pelo Filho do Homem a uma opinião pública com insuficiente fé para reconhecer a infinita grandeza do Filho de Deus.

 

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Obra consultada:  DIAS, João S. Clá, O Inédito sobre os Evangelhos Vol II, Libreria Editrice Vaticana, Città del Vaticano, 2013

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Curso de Férias

Curso de Férias – 2014

             Nesta semana deu-se início a mais um Curso de Férias, promovido pelos membros dos Arautos de algumas casas de São Paulo visando contemplar as diversas unidades espalhadas pelo Brasil e pelo mundo afora.

                Durante o curso, que começou na segunda feira, os jovens estão assistindo a interessantes exposições e participando de animadas conversas, pudendo, assim, conhecer mais sobre muitos assuntos relacionados a nossa Fé Católica.

                    Catecismo, fatos históricos, trajes e vestimentas de vários períodos e inclusive boas maneiras foram tratados de forma muito interativa, pois as palestras eram sempre ilustradas com teatros que tornavam mais vivos todos os novos conhecimentos adquiridos. Além disso, esta é uma ótima ocasião para os rapazes poderem conhecer e trocar experiências com novos amigos das variadas partes do Brasil e de vários outros países.

Rezemos para que esses jovens possam acompanhar as atividades de cada dia sempre com mais entusiasmo, crescendo ainda mais no amor a Deus e a sua Santíssima Mãe.

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