By

Tríduo do Bom Jesus do Arraial

26 de agosto de 2017

Lembrando a vitória
Do bem contra o mal
Louvemos a cruz
Cantemos a glória
Senhor Bom Jesus do nosso Arraial

Com esse hino os fiéis da Paróquia de Bom Jesus do Arraial, em Casa Amarela (Recife), comemoraram a festa de seu padroeiro.

A Paróquia do Bom Jesus do Arraial fica nas região onde outrora se localizava o Arraial do Bom Jesus, forte edificado por Matias de Albuquerque e foco de resistência contra os invasores holandeses.

Até hoje o hino do padroeiro lembra os feitos heróicos ocorridos nessas regiões.

Desde os tempos de outrora na guerra
Os soldados heróis desta terra
Deram provas de imenso valor
E os seus vultos se mostram na história
Coroados de nimbos e de glória
Mais fulgente que o sol do Equador.

Em batalhas remidas lutaram
E sem sangue sem vida tombaram
Defendendo a bandeira da cruz
Nos seus peitos a Pátria levando
Para a guerra marcharam cantando
Os seus hinos de amor a Jesus.

O hino também faz menção à imagem de Nossa Senhora colocada no Morro da Conceição por ocasião do cinquentenário da proclamação do dogma da Imaculada Conceição, em 1904.

E no Morro de Casa Amarela
Onde se ergue a Virgem mais bela
Veste o manto do céu cor de anil
Na vitória da cruz e da espada
Para sempre a de ser proclamada
A grandeza de nosso Brasil.

(Paróquia Bom Jesus do Arraial – Hino do Padroeiro – Letra e música de Ernesto Fischer Vieira e Arnaldo Guedes Pereira)

Os Arautos do Evangelho foram convidados para o último dia do tríduo. A Missa foi celebrada pelo Pe. Mario Beccar, EP e concelebrada pelo pároco, Pe. Adriano Tenório. As músicas litúrgicas foram executadas pelo coro e fanfarra dos Arautos.

By

Na Festa da Imaculada Conceição: Consagração a Nossa Senhora

08 de Dezembro de 2014

    O ser humano, sendo um composto de corpo e alma, tem uma necessidade preeminente de conviver com as coisas sobrenaturais; em ultima análise, de desejar estar com Deus. E não há caminho mais rápido e eficaz de chegar a Deus do que através de sua Mãe, Maria Santíssima.

     A este propósito, São Luís Maria Grignion de Monfort teceu – inspiradamente – inúmeros conselhos eu sua grande obra: “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem”. Entre outras razões ele explica:

    “[A devoção a Nossa Senhora], pois, é o meio seguro e o caminho reto e imaculado para se ir a Jesus Cristo e encontrá-lo plenamente, é por ela que as almas, chamadas a brilhar em santidade, devem encontrá-lo. Quem encontrar Maria encontrará a vida, isto é, Jesus Cristo, que é o caminho, a verdade e a vida. Mas não pode encontrar Maria quem não a procura; não pode buscá-la quem não a conhece, e ninguém procura nem deseja o que não conhece. É preciso, portanto, que Maria seja, mais do que nunca, conhecida, para maior conhecimento e maior glória da Santíssima Trindade.” (Cf. tóp. 64).

    Foi assim que, com a devida preparação, cerca de cinquenta famílias se entregaram a Jesus, pelas mãos de Maria – segundo o mesmo método de São Luís – em uma cerimônia, neste último dia 8, solenidade de Imaculada Conceição de Maria. Dentre estes, estavam presentes jovens do Projeto Futuro e Vida, familiares, conhecidos e fiéis frequentadores da paróquia do Bom Jesus do Arraial.

By

Consagração a Jesus pelas mãos de Maria

   15 de Junho de 2014

   Na Solenidade da Santíssima Trindade, cinquenta e cinco fiéis fizeram sua Consagração a Nossa Senhora (dentre os quais vinte e sete são da Paróquia do Bom Jesus do Arraial), segundo o método de São Luís Maria Grignion de Montfort. Conforme nos ensina este santo, a melhor maneira de nos unirmos a Jesus Cristo é fazer-se “escravo de amor” de Maria Santíssima.

   O termo usado pelo santo – escravidão – soa aos ouvidos de maneira rude e estranha, sobretudo, nestes dias em que tanto se fala em liberdade. Porém, esta escravidão de que fala o santo, bem diferente da que havia na antiguidade, é um vínculo de dependência a Maria Santíssima, não imposto pela força, mas sim, aceito por amor a Ela. É uma consequência dos ensinamentos do divino Mestre: “Vós sabeis que os chefes das nações as oprimem e os grandes as tiranizam. Mas, entre vós, não deve ser assim: quem quiser ser grande, seja vosso servo; e quem quiser ser o primeiro, seja o escravo de todos. Porque o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida como resgate para muitos” (Mc 10, 42-45).

   O ato da Consagração deu-se durante a Santa Missa, presidida pelo Pe. Célio Casale, EP, contando com a presença de familiares e amigos dos neo-consagrados.

    Em um mundo que, em nome da liberdade, se difunde a escravidão sob várias formas, esses fiéis encontraram a suprema liberdade ao colocarem-se como escravos de amor nas mãos de tão terna mãe.