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Em Moreno (PE), início do tríduo de Nossa Senhora das Graças

19 de novembro de 2015

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Os Arautos do Evangelho participaram da abertura do tríduo comemorativo de Nossa Senhora das Graças, no bairro de Nossa Senhora das Graças, em Moreno (PE).

Como é costume em muitas comunidades, a abertura dos festejos do padroeiro tem início com a procissão da bandeira, a qual sai da casa de uma família. A banda dos Arautos acompanhou o percurso executando cânticos religiosos.

A Missa foi celebrada pelo Pe. Célio Casale, EP. Durante a Missa, os cânticos litúrgicos foram entoados pelo coro dos Arautos do Evangelho

Após a Missa, o Pe. Célio distribuiu Medalhas Milagrosas a todos os presentes.

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Novos Cooperadores dos Arautos do Evangelho

29 de novembro de 2014

Os Arautos do Evangelho tiveram a grande alegria acolher como membros desta associação 5 novos cooperadores . São eles provenientes da capital pernambucana e de Maceió – AL.

As cerimônias se desenrolaram entre os dias 22 e 27 do presente mês e contou com a presença de inúmeros Cooperadores oriundos de outros estados do Nordeste.

Os Cooperadores dos Arautos do Evangelho são leigos casados ou solteiros, sacerdotes diocesanos ou membros de outras associações que, além de observarem os preceitos e deveres próprios a seu estado, esforçam-se por viver em conformidade com o carisma e a espiritualidade dos Arautos do Evangelho, dedicando o seu tempo livre e se comprometendo a cumprir certas obrigações.

Os novos cooperadores foram recebidos durante uma Celebração Eucarística em louvor a Nossa Senhora das Graças (festa que comemoramos nesta presente data: 27 de novembro), na sede dos Arautos do Evangelho de Recife – PE, presidida pelo Pe. Célio Casale, EP.

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Nossa Senhora das Graças e a Medalha Milagrosa

27 de Novembro de 2013

A vidente de Nossa Senhora

Catarina Labouré veio ao mundo em 1806, na província francesa da Borgonha, sob o céu de Fain-les-Moutiers, onde seu pai possuía uma fazenda e outros bens. Aos nove anos perdeu a mãe, uma distinta senhora pertencente à pequena burguesia local, de espírito cultivado e alma nobre, e de um heroísmo doméstico exemplar. Abalada pelo rude golpe, desfeita em lágrimas, Catarina abraça uma imagem da Santíssima Virgem e exclama: “De agora em diante, Vós sereis minha mãe!”

Aparição da Virgem Imaculada

Em 27 de novembro de 1830, a Virgem Imaculada aparecia na capela da Casa-Mãe das Filhas da Caridade, em Paris.

Eram por volta de cinco horas e meia da tarde. Em profundo silêncio, a Irmã Catarina Labouré fazia sua meditação. De repente, ela ouviu um ruído como o frufru de um vestido de seda, vindo do lado da Epístola. Levantou os olhos e deparou com a Santíssima Virgem Maria, resplandecente de luz, trajando um vestido branco e um manto branco-aurora. Os pés da Mãe de Deus pousavam sobre a metade de um globo; suas mãos seguravam outro globo, que Ela oferecia a Nosso Senhor com uma inefável expressão de súplica e de amor. Mas eis que esse quadro vivo se modifica sensivelmente, figurando o que foi depois representado na Medalha Milagrosa. As mãos de Maria, carregadas de graças simbolizadas por anéis radiosos, emitem feixes de raios luminosos sobre a terra, mas com maior abundância num ponto.

A Medalha Milagrosa e seus simbolismos

Assim escreve Santa Catarina Labouré:

“Enquanto eu a contemplava, a Virgem Santa baixou seus olhos para mim, e uma voz me disse no fundo do coração : ‘Este globo que vês representa o mundo inteiro, especialmente a França e cada pessoa em particular’.

“Não sei exprimir o que pude perceber da beleza e do brilho dos raios.

“E a Virgem Santa acrescentou: ‘Eis o símbolo das graças que derramo sobre as pessoas que me pedem’, dando-me a entender quanto Ela é generosa para quem a invoca… quantas graças Ela concede às pessoas que Lhe pedem… Nesse momento, eu estava ou não estava… não sei… eu saboreava aqueles momentos! “

Formou-se em torno da Santíssima Virgem um quadro meio ovalado, no qual se liam estas palavras, escritas em letras de ouro: ‘Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorrermos a Vós’.

Nesse instante, o quadro me pareceu girar e vi o reverso da medalha: no centro, o monograma da Santíssima Virgem, composto pela letra “M” encimada por uma cruz, a qual tinha uma barra em sua base. Embaixo figuravam os Corações de Jesus e de Maria, o primeiro coroado de espinhos, e o outro, transpassado por um gládio. Tudo desapareceu como algo que se extingue, e fiquei repleta de bons sentimentos, de alegria e de consolação.

“Depois se fez ouvir uma voz que me disse: ‘Faze cunhar uma medalha conforme este modelo; as pessoas que a portarem com piedade receberão grandes graças, sobretudo se a levarem no pescoço; as graças serão abundantes para aqueles que tiverem confiança’.”

A Medalha foi cunhada e espalhou-se com maravilhosa rapidez pelo mundo inteiro, e em toda parte foi instrumento de misericórdia, arma terrível contra o demônio, remédio para muitos males, meio simples e prodigioso de conversão e de santificação.

Algumas graças…

“Que ele venha agora…”

Oito soldados moribundos foram conduzidos ao hospital. Um deles recusou confessar-se. A Irmã escorregou uma medalha da Virgem Santíssima sob o travesseiro do pobre enfermo.

No dia seguinte, ele chamou a Irmã e lhe disse:

– A gente morre como cão aqui? Sou cristão e quero confessar-me.

– Eu lhe propus isso ontem e você disse “não”; e até mesmo expulsou o sacerdote – respondeu a Irmã.

– É verdade, e lamento essa atitude. Que ele venha agora.

Salvas de uma avalanche

Uma avalanche tinha esmagado uma aldeia dos Alpes. Os soldados enviados para prestar socorro à população encontraram sob os escombros uma mulher e sua filha, que passaram doze horas em aflições indescritíveis.

A mãe contou que sua filha ficara desmaiada por várias horas e que ela a julgava morta. Por sua vez, ela queria morrer, para não agonizar durante muito tempo sobre o pequeno cadáver. De repente, sentiu a mão gelada de sua filha tocar-lhe.

– Margarida!

– Onde estamos, mamãe?

– Pobrezinha, estamos nas mãos de Deus.

A escuridão era completa, e as duas infelizes tinham feito o sacrifício de suas vidas. Ao cair da tarde, elas ouviram um ruído surdo: era o barulho das picaretas dos soldados que vinham socorrê- las. Somente então essas pobres sepultadas-vivas sentiram renascer a esperança.

– Avante! Estamos aqui, deste lado. Pelo amor de Deus e da Virgem Maria, avante!

Por volta de cinco horas da tarde elas estavam salvas.

Os cabelos da mãe tinham embranquecido durante essas doze horas. E as duas mostravam a medalha que cada uma portava ao pescoço, dizendo: – Eis aqui a salvação e a vida!

 (Adaptado: Mons. João Clá Dias. In: Revista Arautos do Evangelho, Nov/2005, n. 47, p. 32 à 35)

*Após a Missa do dia 01/12/13 (Domingo) será feita a imposição da Medalha Milagrosa para aqueles que desejarem. Não perca esta oportunidade!

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