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O Escapulário do Carmo

   No dia 16 de julho de 1251, São Simão Stock suplicava a Nossa Senhora ajuda para resolver um problema da Ordem Carmelitana, da qual era o Prior Geral. Enquanto ele rezava, a Virgem apareceu- lhe, trazendo o Escapulário nas mãos, e disse essas confortadoras palavras: “Filho diletíssimo, recebe o Escapulário da tua Ordem, sinal especial de minha amizade fraterna, privilégio para ti e todos os carmelitas. Aqueles que morrerem com este Escapulário não padecerão o fogo do Inferno. É sinal de salvação, amparo e proteção nos perigos, e aliança de paz para sempre”. A Igreja assumiu o Escapulário e fez dele uma das devoções mais difundidas entre o povo de Deus.

   São Cláudio de La Colombière, afirma: “Não basta dizer que o Escapulário é um sinal de salvação. Eu sustento que não há outro que faça tão certa nossa predestinação”. 

 Dom Marcos Barbosa na obra “O Escapulário de Nossa Senhora do Carmo”  narra que em Santo André (SP), uma menina de 5 anos caiu dentro de um poço de 20 metros de profundidade. Uma hora depois, foi encontrada boiando sobre a água, com o Escapulário no pescoço. A família, naturalmente, atribuiu o fato à proteção da Mãe do Carmelo.

   Em São Paulo, um jovem de 15 anos, ao atravessar de bicicleta uma via férrea, foi apanhado pelo trem. Passado todo o comboio, ele se levantou ileso e, beijando comovido seu Escapulário, exclamava: “Só tive tempo de gritar: ‘Nossa Senhora do Carmo!’ Foi o bentinho d’Ela que me salvou!”

   O Escapulário é um sinal de aliança com Nossa Senhora, e exprime nossa consagração a Ela. Seu uso é um poderoso meio de afervorar os que vivem em estado de graça e de converter os pecadores. Por isso, os Arautos do Evangelho convidam a todos a abraçarem esta aliança com a Mãe de Deus:

 Obra consultada: Revista Arautos do Evangelho, Jul/2004, n. 31, p. 18 a 20

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Santa Teresinha – Somente rosas?

SantaTeresinha

No  dia 1º de outubro, festa de Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face, a maior santa dos tempos modernos, segundo São Pio X.

A santa prometeu fazer cair do Céu sobre a terra uma chuva de rosas, vale dizer, graças abundantes para a santificação das almas.

S. Teresinha 010Esse símbolo ficou de tal modo ligado ao seu nome, que, no mais das vezes, quando dela se fala, pensa-se logo nas pétalas de suave perfume, esquecendo-se dos espinhos.

Com efeito, um pouco por toda parte, formou-se uma idéia unilateral sobre a santa de Lisieux: meiga, atraente, havendo mesmo quem julgasse ter sido a jovem e heróica carmelita uma criatura mimada, tanto na família quanto no convento.

Na iconografia sulpiciana e tantas vezes deformada que correu o mundo não se nota o menor traço do sofrimento. Sua vida teria sido um mar de rosas…

Pelo contrário, essa santa, que via despontar em si, com toda clareza, a vocação religiosa aos dois anos de idade, confessa no leito de morte que sofreu incrivelmente, desde sua mais tenra infância. E insistia: “Sofri muito nesta terra; será preciso fazê-lo saber às almas”.(Carnnet Jaune, 31.7.1913)

É precisamente sobre esse aspecto quase desconhecido de Santa Terezinha que pretendemos discorrer no artigo de hoje.

Servimo-nos de anotações extraídas do abalizado livro do Pe. Alberto Barrios, CMF, “Santa Teresita, modelo y mártir de la vida religiosa” (Editorial Coculsa, Madrid, 1964).

No Alto do Carmelo

Dada a limitação do espaço, cingir-nos-emos ao verdadeiro martírio que representou para a santa os nove anos e meio que passou no Carmelo, cujas portas lhe foram franqueadas após luta intensa, aos 15 anos de idade.S. Teresinha 003

Mal acaba de transpor a clausura, ouve a amarga censura do Superior, Pe. Delatroette, perante os familiares e toda a Comunidade: “Quisestes que esta menina entrasse, Vós, e não eu, sereis os responsáveis”.

Mais tarde ele se arrependerá, confessando com os olhos rasos de lágrimas: “Ah, verdadeiramente esta menina é um anjo!”.

A heróica Teresa não tinha nenhuma ilusão sobre o que a aguardava no claustro. Ela mesma escreveu: “Deus me concedeu a graça de não levar nenhuma ilusão ao Carmelo. Encontrei a vida religiosa tal qual a imaginava. Nenhum sacrifício me surpreendeu”.

No tempo da santa, o Mosteiro de Lisieux foi dirigido por uma freira geniosa, “psiquicamente desequilibrada”, Madre Maria de Gonzaga.

Essa religiosa tornou-se efetivamente o instrumento de Deus para a santificação da Irmã Teresa.

Uma das religiosas declarou no processo de canonização: “Vejo-me obrigada a dizer que durante os anos que Soror Teresa do Menino Jesus passou no Carmelo de Lisieux, teve que sofrer esta Comunidade agitações deploráveis.

Existiam oposições de partidos, lutas de caracteres, cuja origem era o temperamento fastidioso de Madre Maria de Gonzaga, que durante mais de 20 anos foi Priora, em diversas ocasiões”.

Os processos fazem referência a fatos assim qualificados: “cenas espantosas estalavam com um a tempestade, a propósito de nada, porém a inveja era sua origem”.

Nesse ambiente a santa demonstrou “toneladas de prudência”. “Deus prova de grande cautela para evitar quanto pudesse agravar a situação já difícil. Procurava conciliar as coisas, acalmar os espíritos turbados, para que voltasse a paz e as almas pudessem retomar sua vida interior, abalada com frequência”.

Soror Maria Madalena depôs: “Neste ambiente, tão pouco edificante, Soror Teresa do Menino Jesus não cometeu jamais a menor falta”.

Era tal sua união com Deus que vivia como se estivesse no mesmíssimo Céu! Todas as dificuldades eram uma ocasião de progredir na virtude.

Humilhações

É conhecido o episódio da teia de aranha. A noviça, após executar exemplarmente a limpeza, recebe da Superiora perante toda a Comunidade esta repreensão: “Bem se vê que o claustro foi varrido por uma menina de 15 anos! É uma calamidade. Vá tirar aquela teia de aranha e seja mais cuidadosa para o futuro!”.

S. Teresinha 002       “Durante seu postulantado, comenta Sóror Teresa de Santo Agostinho, foi tratada muito severamente pela Madre Priora. Nunca a vi rodeada de cuidados, nem de atenções. Esta maneira de comportar-se com a Serva de Deus não se modificou com os anos; mas a doçura e humildade com que aceitava as advertências, as repreensões, não se desmentiram nunca: ainda quando não eram merecidas”.

Um dia em que Madre Inês, irmã mais velha da santa revelou à Priora sua tristeza por ver a jovem irmã tão maltratada e sempre humilhada sem razão, Madre Gonzaga respondeu vivamente:

–“Aqui está o inconveniente de ter irmãs ( no convento)… Sóror Teresa é muito mais orgulhosa do que pensais; necessita ser constantemente humilhada”.

Mas o tratamento adverso não vinha apenas da Superiora. “Algumas religiosas – declarou Celina, a irmã carnal pouco mais velha que a santa – abusavam de sua heróica paciência.

Durante três anos, a santa cuidou com carinho maternal de uma religiosa – Soror San Rafael – “maníaca e sem inteligência, que faria impacientar a um anjo”.  Ao declínio mental se ajuntava a didropsia.

Seja por curta inteligência, seja por imaginar que Teresa não tinha sede, o fato é que todos os dias bebia sozinha a pequena jarra de cidra que colocavam para ela e para a santa, no refeitório. O mérito está em que Teresa jamais lhe disse uma palavra de advertência, privando-se de tomar a cidra que lhe correspondia.

Terrível Holocausto

Teresa repetiu mais de uma vez que não conheceu, em sua vida de carmelita, os consolos de Deus. Seus últimos dias foram particularmente marcados por terríveis sofrimentos físicos e morais.

Na Quaresma de 1897, a tuberculose revela-se em estágio desesperador. Todos os dias às 15 hora – “horário militar”, dirá a doente – uma forte febre a vai consumindo. As hemoptises tornam-se rotina, duas e até três num só dia.S. Teresinha 011

As crises de sufocação diurnas e noturnas são terríveis. A angústia a invade. Aspira éter, mas a opressão é tão forte que o remédio não produz efeito. Teresa sofre muitas séries de aplicações de pontas de fogo, mais de quinhentas numa só vez – “eu mesma as contei”, diz Celina. Ela chegou a ponto de não poder respirar sem dar pequenos gritos, de quando em quando.  Uma sede ardente a consome: “Quando eu bebo, é como se derramasse fogo sobre fogo”.

A tuberculose atinge outros órgãos, que começam a decompor-se pela gangrena, provocando sofrimentos lancinantes. Teresa já não suporta o menor barulho, mesmo o amarrotar de um papel ou palavras ditas em voz baixa. Uma fraqueza que não lhe permite sequer mexer as mãos, pesadelos aterradores, nervos à flor da pele – ela chega ao auge do seu calvário! Está tão magra que, em muitas partes, os ossos atravessam a pele e formam-se chagas dolorosíssimas. “Não desejeis conservá-las nesse estado, adverte o médico, é horrível o que ela sofre!”

“Nunca pensei que fosse possível sofrer tanto. Nunca! Nunca!” – exclama por sua vez a doente. Sua agonia foi longa e dolorosíssima: “Não encontro explicação para isto senão nos ardentes desejos que tive de salvar almas”, dizia a santa.

Sua morte foi grandiosa e impressionante na sua simplicidade. O êxtase transfigurou sua fisionomia.

“Ninguém imagine – advertia Teresa – que seguir nossa pequena via é levar uma vida de repouso, toda de doçura e de consolações. Ah! é bem o contrário! (…) Porque o amor não vive senão de sacrifícios, e quando alguém se entregou totalmente ao amor, deve estar para ser sacrificado sem nenhuma reserva”.

Eis o verdadeiro sentido da vida de Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face.

Infelizmente, ele é desconhecido de muitos, que formaram uma visão distorcida da extraordinária religiosa de Lisieux; fixaram apenas o símbolo da chuva de rosas, esquecendo-se porém dos espinhos.

Fonte: Desconhecida

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A Devoção a Nossa Senhora do Carmo

Destinada, desde o início, ao culto da Virgem Mãe de Deus, a Ordem de Nossa Senhora do Monte Carmelo, fundada pelo Profeta Elias, remonta a mais oitocentos anos antes da Virgem flos carmeli vir a este mundo.

 

         O Pe. Daniel da Virgem Maria diz que Elias, conheceu a Santíssima Virgem bem antes do seu nascimento por uma revelação profética que lhe fez compreender a significação da ligeira nuvem que se elevou do mar, após uma longa seca: Maria será toda pura em sua origem; de sua virgindade nascer o Homem-Deus.

Mistério do Carmelo, mistério de Elias

         O grandioso cenário do Monte Carmelo pprofetaarece guardião de um segredo que concerne os filhos [espirituais] do Profeta Elias. Diz São Basílio: No Carmelo, monte sublime e deserto, viveu Elias, cujo viático e alimento era a esperança em Deus. E como vivesse dela, não morreu de fome, porquanto os corvos, levavam-lhe a comida. Esquecidos de sua própria natureza voraz, traziam-lhe pão e carnes, obedecendo à ordem do Senhor.

         Com efeito, tudo na vida de Elias é misterioso! Um homem a quem foi dado o poder de mandar fazer seca ou chover; capaz de ordenar ao fogo que desça do céu; cuja súplica ressuscita um morto; que é raptado num carro de fogo e levado para um lugar que os Doutores da Igreja têm discutido se é o Paraíso terrestre ou outro, onde vive há quase três mil anos, devendo voltar no fim do mundo para combater o anti-Cristo, ocasião em que será  martirizado! Este é o Fundador da Ordem do Carmo, instituição profética, envolta ela própria, neste mistério eliático.Gruta de S. Elias parte inferior

         É o Papa Pio XI quem ensina esta via: Antes de tudo, exortamos os religiosos a que jamais percam de vista os exemplos de seu Fundador e legislador, se querem ter certeza de participar das graças abundantes de sua vocação. Quando esses homens de escol criaram seus Institutos, fizeram outra coisa senão obedecer à inspiração de Deus? Esta é a razão pela qual todos aqueles que reproduzem em si mesmos a característica da qual cada fundador quis marcar sua família religiosa, estão garantidos de não se afastar do espírito de suas origens.

         Em conseqüência, os discípulos quererão com muito empenho, como os melhores dos filhos, glorificar seu pai, observando sua regra, seus conselhos e deixando-se penetrar de seu espírito.

         Para o carmelita, essa identificação com o espírito do Fundador, recomendada por Pio XI, torna-se quase imperiosa, pois só no século XIII, dois mil anos após sua instituição, a Ordem do Carmo recebeu uma Regra. Foi pela fidelidade ao espírito do seu Fundador que a Providência manteve, por tanto tempo, a unidade desse filão marial.

         Segundo Thomas Bradley, Bispo de Bromore, quando o Profeta Elias conheceu pelo espírito de profecia que o Filho de Deus nasceria da Virgem Maria, ele reuniu no Monte Carmelo os filhos dos profetas de diversos lugares da Palestina e ensinou-lhes a viver na pobreza, castidade e obediência voluntária… Elias, seu fundador começou sua Ordem em honra desta Virgem bem antes de seu nascimento.

         Esta nuvenzinha, segundo o autor da Institution des Premiers Moines, é o símbolo da Imaculada Conceição. Porque assim como surgiu do mar salgado, sem conter o seu amargor, a Virgem, surgiu da humanidade culpada, sem a culpa.

         Assim, segundo inúmeros Doutores da Igreja, Eliseu recebeu, verdadeiramente, o duplo espírito de Elias, como havia pedido. E a carmelita Santa Terezinha do Menino Jesus, que viveu no século passado, parecendo assumida pelo espírito de Elias, dizia: Desde que me pus nos braços de Deus, sou como uma sentinela que observa o inimigo da mais alta torre de um castelo. Nada escapa a meu olhar… Oh, não, eu não teria medo de ir à guerra. Com que alegria, por exemplo no tempo das Cruzadas, teria partido para combater os hereges! A santidade! É preciso conquistá-la à ponta da espada, é preciso sofrer, é preciso combater.Santa Teresinha 002

         Assim como Elias, por sua prece, converteu aquele povo idólatra, quem tem a graça de participar do seu espírito é dotado de um poder extraordinário para atrair as almas a Deus. Santa Terezinha, sem jamais ter saído do Convento, é a padroeira das Missões. Santa Tereza, a Grande, reformadora do Carmelo, com uma só prece converteu dez mil hereges, como refere D.Chautard em seu livro. A Alma de Todo Apostolado.

         Com as invasões sarracenas, os últimos religiosos que continuavam no Carmelo foram queimados e massacrados pelos invasores em 1291. Morreram mártires, cantando a Salve Rainha.

 

O Santo Escapulário, vestimenta de salvação

 

         Ele me revestiu com as vestimentas da salvação (Is.61). Assim como Nossa004_Haifa - Convento Stella Maris de los Padres Carmelitas Senhora, quando esperava o nascimento do Salvador, tecia com esmero maternal, a túnica do Menino Jesus. Da mesma forma por sua predileção para conosco, quis a Mãe Santíssima cobrir-nos com uma veste de salvação.

         Sobre a maravilhosa instituição desta veste de salvação, fala à Duqueza de York, o recém canonizado São Cláudio de la Colombiére, SJ, (1611-1682).

         Maria é igualmente querida de Deus e temida de nossos inimigos. Que segurança não devemos ter de nossa salvação, se podemos nos assegurar da sua proteção! Que se pode temer estando debaixo do manto de uma Rainha que desarma tão facilmente o furor dos demônios quanto a justiça de Deus?

         Maria nada sabe  recusar àqueles que se revestem do seu escapulário. Para provar esta verdade não tenho senão duas sólidas razões.

         Primeira razão: Maria mesma se engajou em conceder sua proteção a qualquer pessoa que abraçasse essa santa prática; esta Mãe caridosa se engajou em não permitir que sejamos jamais entregues a Satanás. Maria nos dá para nossa salvação todas as seguranças que se pode ter nessa vida.

         Segunda razão: Nós, revestindo-nos do seu santo escapulário, engajamos ainda mais fortemente [esta Rainha todo poderosa em nos conceder sua proteção]. Se perseverarmos em seus serviços, perseveraremos infalivelmente na graça.

         São Simão Stock (1171-1265), ilustre Geral da Ordem de Nossa Senhora do Monte Carmelo sentindo-se atraído pela solidão, na idade de doze anos, o espírito de Deus o transportou para um deserto. Aí ele se entregou a austeridades incríveis, vivendo de ervas e raízes. Uma fonte lhe fornecia a água necessária para aliviar a sede. Por leito, oratório e cela, o santo só tinha um velho tronco de árvore (stock=tronco), onde mal podia acomodar-se e por-se de pé. Neste lugar, tão estreito, fez da prece toda sua ocupação, e sua alma por este santo exercício adquiriu uma pureza tão perfeita, que o tornou igual aos Anjos, de modo que os espíritos celestes nunca o abandonaram em seu retiro. A própria Mãe de Deus, que ele amava com ternura, visitava-o quase todos os dias, e suas comunicações com o Senhor, aí, eram tão freqüentes que, sua felicidade parecia semelhante à dos Santos.

         Desta forma viveu 30 anos, quando alguns religiosos do Monte CarmeloVirgenCarmen chegaram do Oriente para se estabelecerem na Inglaterra. A Santíssima Virgem fez conhecer [a nosso santo] o quanto esta Ordem lhe era querida, e quanto ela desejava que ele nela se consagrasse. Dócil a esta salutar inspiração, saiu de seu deserto e se lançou aos pés destes Padres.

         Maria, ouvindo as preces deste seu bem-amado filho tornou-se visível a seus olhos trazendo na mão a mais preciosa garantia de sua proteção: o escapulário acompanhando destas consoladoras palavras: “Recebe, meu filho, o escapulário que vos dou e a todos da vossa Ordem; é por este sinal que eu quero que doravante sejam reconhecidos meus aliados e meus irmãos; é ele uma marca de predestinação, uma garantia de paz, uma garantia de aliança eterna. Qualquer pessoa que tiver a felicidade de morrer com esta marca de meu amor não provará jamais os fogos eternos”.

         Diversos Papas chancelaram com bulas apostólicas a devoção ao escapulário: Aparecendo a João XXII, em 1314, Nossa Senhora prometeu especial proteção aos que trouxessem o escapulário, acrescentando que os livraria do purgatório, no primeiro Sábado após sua morte Pio XI diz: Aprendi e comecei a amar a Virgem do Carmo, nos braços de minha mãe, aos primeiros dia de minha infância Pio XII: “Desde a idade de oito anos, nunca tirei do pescoço o Santo Escapulário do Carmo, porque nos livra do inferno e de todos os males”. Bento XV: “O escapulário é a arma dos cristãos.