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Vínculo de unidade e confiança: Dezesseis anos de fidelidade à Santa Sé

A fidelidade à Santa Igreja tornou os Arautos do Evangelho uma instituição em pleno desenvolvimento no mundo inteiro.

Escolhido para proclamar a Boa-Nova entre os gentios, o Apóstolo Paulo foi preparado de maneira direta pela Providência para o cumprimento de uma alta missão. À sua adesão incondicional a Cristo com a graça da conversão seguiu-se um período de intenso convívio com Ele, que se estendeu por três anos (cf. Gal 1, 17), ao longo dos quais assimilou com vantagem sobre os outros Doze os ensinamentos, o espírito e a doutrina de Nosso Senhor, para depois operar obras maiores que as deles (cf. I Cor 15, 10).

Esta eleição gratuita fez de São Paulo um varão apto ao bom combate, constituído em autoridade para pregar por todo o mundo. E porque Deus agia nele com grande poder, a graça levou-o a lançar-se com intrepidez no anúncio da Palavra a ponto de dizer: “Ai de mim se eu não evangelizar!” (I Cor 9, 16).

Entretanto, ainda que luzes sobrenaturais o acompanhassem constantemente, oferecendo todos os meios para a fecundidade de suas obras, a presença ativa do Apóstolo na comunidade eclesial não o dispensou de um importante gesto de submissão, a obediência a Pedro, chefe da Santa Igreja: “Três anos depois subi a Jerusalém para conhecer Cefas, e fiquei com ele quinze dias” (Gal 1, 18).

Sabemos que este encontro precedeu a intensa, ardorosa e incessante atuação missionária paulina, a qual sempre estaria unida à pessoa e às orientações do Sumo Pontífice. E assim o Apóstolo, cuja conduta ainda hoje inspira os homens justos, tornou-se um paradigma para aqueles que recebem algum carisma do Espírito Santo e devem unir-se à autoridade legítima, a qual é constituída e sustentada pelo próprio Deus (cf. Rm 13, 1).

“Sede mensageiros do Evangelho”

Quando uma nova instituição nasce na Santa Igreja a partir das graças concedidas ao fundador, este deve se apresentar aos sucessores dos Apóstolos para que o confirmem em sua missão. O fato de colocar-se sob a égide dos pastores sempre constitui um indício da autenticidade do carisma, pois o espírito de comunhão eclesial é uma constante nas obras suscitadas pelo Divino Paráclito.

Com os Arautos do Evangelho este percurso teve início em 1998, quando Mons. João Scognamiglio Clá Dias recebeu aprovação diocesana para sua nascente obra, concedida por Dom Emílio Pignoli, então Bispo de Campo Limpo, na Grande São Paulo. Favorecida pela Providência, esta semente não tardou a germinar e a estender os seus ramos, ultrapassando os limites diocesanos para alcançar numerosos países. Diante da necessidade de acolher as diversas casas de Arautos sob uma mesma realidade jurídica, a Santa Sé decidiu erigi-los em Associação Internacional de Fiéis de Direito Pontifício em data muito simbólica: 22 de fevereiro de 2001, festa da Cátedra de Pedro.

Na manhã do dia 28 do mesmo mês, São João Paulo II os acolheu com palavras que ainda hoje permanecem vivas na memória e no coração de quantos tiveram a alegria de ouvi-lo: “Sede mensageiros do Evangelho pela intercessão do Coração Imaculado de Maria”.1

Este primeiro aval pontifício não foi, entretanto, isento de um cuidadoso acompanhamento por parte dos que o concederam. O sacerdote orionita Giovanni D’Ercole, à época capo ufficio da Secretaria de Estado e hoje Bispo de Ascoli Piceno, percorreu diversos países para conhecer e acompanhar de perto o desenvolvimento dos Arautos.

Atenta análise de Dom Giovanni D’Ercole

Retornando a Roma, transmitiu em seguida as observações ao fundador: “Escrevo-lhe estas linhas para lhe confiar mais alguns comentários sobre minha visita às casas dos Arautos do Evangelho nas três Américas. A perspectiva trazida pelo transcorrer dos dias vem me dando a chance de melhor avaliar alguns pontos, que tenho procurado aprofundar. Era um dos objetivos de minha viagem analisar bem de perto as diversas realidades dos Arautos do Evangelho, a fim de, se necessário fosse, dar-lhes conselhos e orientações. Por isso, apliquei minha atenção em tudo com particular empenho. […]

“Já tive oportunidade de lhe dizer em São Paulo que fiz diversas observações e procurei aconselhar a respeito de alguns assuntos, deixando uns poucos pontos para estudar melhor no futuro. […] Quero deixar também registrado que encontrei no senhor, e em geral em todos os encarregados com os quais conversei, aí e nos outros países, uma ótima disposição para aceitar minhas ponderações. Além disso, pude comprovar a vitalidade e força de expansão dessa obra a qual, em tão pouco tempo, vai se estendendo célere pelo mundo inteiro. Queira Deus que ela continue a trilhar esse caminho, e se multiplique a ponto de atingir todos os rincões do globo. […]

“Agradou-me observar, durante os dias em que estivemos juntos, a modéstia com a qual o senhor age em tudo, nunca procurando chamar a atenção sobre si mesmo. E isto me fez concluir ser esta uma das fontes das quais nascem as orientações prudentes e sapienciais para os Arautos do Evangelho no mundo inteiro”.2

No sulco fecundo e bimilenar da Cidade Eterna

Com o tempo essas impressões não só se confirmaram, como também levaram as autoridades a adotar posturas concretas de reconhecimento do carisma, como por exemplo a concessão de uma histórica igreja do vicariato romano: San Benedetto in Piscinula, erigida no lugar onde o patriarca do monaquismo ocidental se hospedou durante o período de sua estadia na urbe.

Sobre esse significativo gesto, Mons. Adriano Paccanelli, Cerimoniário da Basílica de Santa Maria Maior, adjunto de primeira classe da Secretaria de Estado, comenta: “Pela primeira vez, a Igreja de Roma, Diocese do Santo Padre, confia um lugar sagrado e a atividade pastoral aí desenvolvida a uma associação privada de leigos. […] Por um desígnio da Divina Providência, iluminados pela presença materna de Maria Santíssima, os Arautos do Evangelho fazem agora parte integrante da vida e da história da Igreja de Roma, inserindo-se no sulco fecundo do bimilenário caminho da Igreja Católica que, na Cidade Eterna, Sede do Sucessor do Apóstolo Pedro, encontra seu centro de unidade e de irradiação da fé”.3

O texto do acordo assinado pelo Cardeal Camillo Ruini, à época Vigário-Geral de Sua Santidade para a Diocese de Roma, reflete bem esse vínculo de confiança: “A presença da Associação em San Benedetto in Piscinula constitui um enriquecimento à Diocese de Roma. Portanto, o Ordinário dispõe que a Igreja de San Benedetto in Piscinula seja pastoralmente ligada às atividades da Associação Arautos do Evangelho, cujos membros exprimem a própria identidade cristã com o testemunho de vida, com atenção posta especialmente no apostolado, e vivendo a própria consagração batismal, por meio de Maria, segundo a espiritualidade de São Luís Maria Grignion de Montfort”.4

Cerimoniário pontifício de cinco Papas

O trabalho pastoral em San Bendetto deu ensejo para os Arautos serem acompanhados muito de perto por uma figura de inestimável valia: seu reitor, Mons. Angelo Di Pasquale.

Este sacerdote, cuja vida foi empregada em serviços de alto gabarito na Secretaria de Estado, além do encargo de cerimoniário pontifício por quarenta e dois anos, deu à instituição uma orientação segura ditada pela voz da experiência, que apenas por poucos poderia ser superada.

A proximidade com ele fez os Arautos se sentirem ainda mais vinculados com Roma, pois o fato de um auxiliar pessoal de Pio XII, Paulo VI, João XXIII, João Paulo I e João Paulo II seguir com vivo interesse a nova Associação foi um elo, sem dúvida, com a mais sólida das tradições.

O contato diário com os Arautos em Roma e as diversas viagens de Mons. Di Pasquale ao Brasil o fizeram estabelecer um vínculo de respeitoso afeto com o fundador dos Arautos, sobre o qual chegou a afirmar: “Veio um homem enviado por Deus, chamado João, que trouxe à Igreja e favoreceu na Igreja o desenvolvimento desse carisma que distingue os Arautos do Evangelho e todos aqueles que participam de sua espiritualidade. E tive a oportunidade de conhecer dito carisma de perto, já com a sua presença na Igreja de San Benedetto in Piscinula, da qual sou reitor, e recentemente visitando diversas casas do setor masculino e feminino no Brasil e na Espanha. Uma espiritualidade verdadeiramente própria, com a vida contemplativa, que não quer dizer não fazer nada, mas adorar o Senhor, falar com Ele e escutá-Lo; e que se manifesta no amor e dedicação ao próximo. E os Arautos tiveram esse grande desenvolvimento porque souberam unir a vida ativa à vida contemplativa, na vida comunitária que os faz sentir todos irmãos e irmãs, filhos do mesmo pai”.5

Florescem duas Sociedades de Vida Apostólica

Inesgotável em seus dons, o Divino Espírito Santo fez desabrochar no seio desta Associação laical vocações para o sacerdócio, inspirando dezenas de seus membros a se consagrarem a esse ministério para o serviço da Igreja. O crescimento da instituição tornou clara a necessidade deste novo ramo: o elevado número de membros e colaboradores não podia receber nenhuma assistência sacramental por parte dos consagrados, formando-se assim uma lacuna de padres animados pelo carisma.

Em inesquecível cerimônia realizada a 15 de junho de 2005 na Basílica de Nossa Senhora do Carmo, em São Paulo, os quinze primeiros presbíteros Arautos receberam a unção sacerdotal das mãos de Dom Lucio Angelo Renna, OCarm. Era o desabrochar de uma frondosa árvore que hoje conta com 159 sacerdotes e 28 diáconos dedicados ao serviço do altar e à salvação das almas.

As graças concedidas desde então pela Providência e o ingresso de grande número de vocações não tardaram a chamar a atenção de Sua Santidade Bento XVI. Em Luz do mundo, o livro-entrevista publicado em coautoria com Peter Seewald, ele declarou: “Vê-se que o Cristianismo, neste momento, também está desenvolvendo uma criatividade totalmente nova. No Brasil, por exemplo, de um lado se registra um forte crescimento das seitas, com frequência muito equivocadas, por prometerem essencialmente riqueza e sucesso exterior; por outro lado, se presencia também grandes renascimentos católicos, um dinâmico florescer de novos movimentos como, por exemplo, os Arautos do Evangelho, jovens cheios de entusiasmo por terem reconhecido em Cristo o Filho de Deus, e desejosos de anunciá-Lo ao mundo”.6

Nas jovens comunidades tornaram-se cada vez mais vivas estas disposições, surgindo entre os seus membros o desejo de uma entrega completa, pautada pela prática dos conselhos evangélicos. Para isso um novo enquadramento jurídico fazia-se necessário, uma vez que a estrutura vigente, concebida para leigos, estava largamente superada.

Assim nasceu a Sociedade Clerical de Vida Apostólica Virgo Flos Carmeli, a partir do ramo sacerdotal dos Arautos, seguida pela Sociedade de Vida Apostólica Regina Virginum, constituída por sua vez pelos elementos mais dinâmicos do ramo feminino. Ambas as sociedades tiveram seus estatutos reconhecidos de modo definitivo pela Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica em 3 de fevereiro de 2010, sob os auspícios do Cardeal Prefeito, Franc Rodé.

Convencido de estar colaborando com uma obra providencial, declarou ele no dia da entrega dos decretos: “Pelo que me foi dado fazer pelos Arautos do Evangelho, posso dizer que não foi inútil a minha passagem por este dicastério”.7

Despertando esperança na proteção divina

Triplamente unida a Roma pelos vínculos da obediência, a família espiritual dos Arautos do Evangelho estava pronta para enfrentar uma realidade confrangedora: a perda progressiva de católicos na totalidade dos países onde atuavam, seguida pelo desalento dos que permaneciam fiéis, ante a onda de secularismo que tudo parecia arrastar atrás de si.

Como lidar com esta conjuntura? Um problema que envolve a fé só pode ser resolvido com base na mesma fé. As situações mais desoladoras seriam reversíveis desde que se mostrasse ao mundo, sem a mínima concessão ao seu espírito, a glória da Igreja una, santa, católica, apostólica e romana, o esplendor de seu culto, a perfeição de sua doutrina, bem como a eficácia de seus Sacramentos, a santidade de suas leis e o poder de seu amparo aos batizados, desde a admissão no número dos cristãos até o último alento, preparando-os como mãe providente para o encontro definitivo com o Pai.

Fechar os olhos para a gravidade do quadro ou para a probabilidade de êxito deste método seria deixar de perceber o problema em toda a sua extensão. O Cardeal Franc Rodé exprimiu ambos os lados da questão ao afirmar: “Devo dizer que, com tantas lamentações ouvidas de lá e acolá; com tanto pessimismo que encontramos em algumas partes da Igreja, de uma coisa não nos damos conta, somos incapazes de ver: as enormes energias que estão presentes, mas escondidas, na Igreja. O Pe. João soube ver essas energias, soube descobri-las, e aí estão os senhores”.8

Surgiram assim as iniciativas que levantaram multidões, movidas sem dúvida por uma alegre, sincera e confiante esperança na proteção divina, que para muitos estava perdida ou nunca existira. Citemos apenas um testemunho autorizado, o do Cardeal Raymundo Damasceno Assis, Arcebispo Emérito de Aparecida, sobre o Apostolado do Oratório Maria Rainha dos Corações, proferido diante de milhares de assistentes reunidos no Santuário Nacional: “O apostolado de promover a devoção a Nossa Senhora é sempre muito bem-vindo, porque é através de Maria que nós chegamos a Jesus: ‘Ad Iesum per Mariam– a Jesus por Maria’. De modo que a nossa Mãe do Céu deseja que nos tornemos, cada um de nós, filhos e filhas de Deus cada vez mais perfeitos, discípulos e missionários de seu Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo”.9

A primeira necessidade do nosso tempo

Embora a esperança que este panorama oferece seja grande, cumpre reconhecer que os dias de generalizado abandono da fé se prolongam, somados a uma agressiva rejeição da sociedade aos ensinamentos da Santa Igreja Católica, a Esposa Mística de Cristo. Este fato não poderia deixar de atrair sobre a humanidade pecadora o olhar severo de Deus, com todas as consequências anunciadas por Nossa Senhora em Fátima.

Em homilia proferida no Santuário de Fátima o Cardeal Giovanni Battista Re sintetizou a encruzilhada que atravessa o mundo atual, dentro e fora da esfera eclesiástica: “Da desordem e dos problemas que se criaram sob o céu, neste nosso tempo, apenas será possível sair se a humanidade levantar de novo os olhos para o Céu. Por isso, a primeira necessidade do nosso tempo é devolver Deus às consciências dos homens e reabrir-lhes o acesso a Deus”.10

A lucidez destas palavras nos dispensa de comentá-las, mas instiga, por outro lado, a tirar conclusões: aqueles que, como os Apóstolos, procuram difundir a Boa-Nova hão de ser incompreendidos pelo mundo e até perseguidos por ele.

A fidelidade à doutrina da Igreja, aliada à observância minuciosa das orientações recebidas da Sagrada Hierarquia tornou os Arautos do Evangelho uma instituição em pleno desenvolvimento no mundo inteiro. Sem retroceder nas vias até agora trilhadas, colocamo-nos aos pés de Maria para ouvir as palavras que o Filho reclinado em seus braços nos dirige, como outrora aos Apóstolos: “Tende confiança. No mundo haveis de ter aflições. Coragem! Eu venci o mundo” (Jo 16, 33).

Dom Cláudio Hummes: Pai e pastor dos Arautos

Os contatos que os Arautos do Evangelho tiveram com Dom Cláudio Hummes começaram logo depois da aprovação, quando ele presidia a Arquidiocese de São Paulo, e se tornaram mais abundantes, calorosos e intensos ao longo dos anos.

Durante uma Missa no Seminário dos Arautos, em 20 de novembro de 2006, o Cardeal afirmou: “Foi um privilégio e uma graça muito grande que os Arautos tenham nascido na Arquidiocese de São Paulo. Lembro-me do dia em que o João (na época), hoje Pe. João, veio com seu grupo para dizer que estavam fundando a Associação de Fiéis dos Arautos do Evangelho. Assim, eles deram esse passo tão decisivo, tão corajoso e abençoado por Deus. Vocês veem hoje como Deus os abençoou, e como cresceram pelo mundo afora”.

No início da cerimônia de ordenação dos primeiros sacerdotes Arautos, presidida por Dom Lucio Renna na Basílica de Nossa Senhora do Carmo, Dom Cláudio explicou que um compromisso muito importante impedia-lhe de permanecer durante a celebração, mas salientou: “Quis vir aqui pela importância deste momento”. E acrescentou: “Esta Associação cresceu maravilhosamente. Nós todos estamos muito admirados e louvamos a Deus por este crescimento muito rápido da Associação dos Arautos do Evangelho, tanto aqui em São Paulo quanto no Brasil afora e por todo o mundo, em tantos países em que já estão presentes. Uma associação cristã de direito pontifício na qual começou a surgir também o chamado de Deus para o sacerdócio. Ontem foram ordenados cinco diáconos e, hoje, quinze diáconos serão ordenados padres. Este é um momento extremamente importante. E eu quero cumprimentar e, com vocês, agradecer a Deus por esta graça tão grande que hoje será concedida a vocês e, em vocês, à Igreja no Brasil, à Igreja no mundo”.

Na sua homilia durante a mencionada visita ao seminário, o prelado salientou: “São Paulo já dizia que a Igreja – os Apóstolos e seus sucessores – tem de saber discernir e guardar, ou seja, apoiar aquilo que é bom. Corrigir aquilo que não está bem, mas apoiar aquilo que é bom, santo e justo. A Igreja já manifestou esse apoio a vocês, aprovando-os em âmbito pontifício. Mundial, portanto. Vocês receberam essa graça da Igreja, que é esse reconhecimento. Ao mesmo tempo, é uma grande responsabilidade de serem sempre muito fiéis e saberem interpretar em que direção a Igreja vai, como podem ajudar a Igreja, como podem dar apoio às suas iniciativas, em todo lugar onde estão”.

Não fosse a falta de espaço, muitas outras palavras de paternal estímulo poderíamos recolher nestas páginas. Pois Dom Claúdio sempre foi para com os Arautos, dos primeiros momentos até a atualidade, um verdadeiro pai e pastor. (Revista Arautos do Evangelho, Julho/2017, n. 187, p. 34 à 39)

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1 SÃO JOÃO PAULO II. Audiência geral, 28/2/2001. 2 D’ERCOLE, FDP, Giovanni. Carta de 27/11/2001. In: Arautos do Evangelho. São Paulo. Ano I. N.2 (Fev., 2002); p.30-32. 3 PACCANELLI, Adriano. A Diocese de Roma confia a Igreja de San Benedetto in Piscinula aos Arautos do Evangelho. In: Arautos do Evangelho. São Paulo. Ano II. N.19 (Jul., 2003); p.16. 4 Idem, ibidem. 5 HERNÁNDEZ, José Francisco. Cerimoniário de cinco Papas. Entrevista a Mons. Angelo Di Pasquale. In: Arautos do Evangelho. São Paulo. Ano IV. N.44 (Ago., 2005); p.13. 6 BENTO XVI. Luce del mondo. Il Papa, la Chiesa e i segni dei tempi. Città del Vaticano: LEV, 2010, p.89-90. 7 APROVAÇÃO DEFINITIVA DAS CONSTITUIÇÕES. In: Arautos do Evangelho. São Paulo. Ano IX. N.100 (Abr., 2010); p.10. 8 FRANC, CM, Rodé. Homilia. Mairiporã, 10 maio 2007. 9 8ª PEREGRINAÇÃO A APARECIDA. In: Arautos do Evangelho. São Paulo. Ano XV. N.178 (Out., 2016); p.26. 10 RE, Giovanni Battista. Um desequilíbrio que pode levar a terríveis catástrofes. In: Arautos do Evangelho. São Paulo. Ano XIV. N.168 (Dez., 2015); p.39.

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