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Festa de Santo Estêvão – Protomártir

Na festa de Santo Estêvão, o primeiro mártir, recordemos algumas palavras de Bento XVI:

Sobretudo, Santo Estêvão fala-nos de Cristo, do Cristo crucificado e ressuscitado como centro da história e da nossa vida. Podemos compreender que a Cruz permanece sempre central na vida da Igreja e também na nossa vida pessoal. Na história da Igreja nunca faltarão a paixão, a perseguição. E precisamente a perseguição torna-se, segundo a célebre frase de Tertuliano, fonte de missão para os novos cristãos. Cito as suas palavras:  “Nós multiplicamo-nos todas as vezes que somos ceifados por vós:  o sangue dos cristãos é semente” (Apologetico 50, 13:  Plures efficimur quoties metimur a vobis:  semen est sanguis christianorum). Mas também na nossa vida a cruz, que jamais faltará, se torna bênção. E aceitando a cruz, sabendo que ela se torna e é bênção, aprendemos a alegria do cristão também nos momentos de dificuldade. O valor do testemunho é insubstituível, porque a ela conduz o Evangelho e dela se alimenta a Igreja. Santo Estêvão ensina-nos a valorizar esta lição, ensina-nos a amar a Cruz, porque ela é o caminho pelo qual Cristo vem sempre de novo entre nós (Audiência geral de 10 de Janeiro 2007).

Neste dia sucessivo ao Natal também não deixemos de recordar tantos cristãos perseguidos e martirizados à imitação de Santo Estêvão. Após quatro anos os católicos puderam novamente comemorar o Natal na Igreja de Santo Elias em Aleppo, na Síria.

Aleppo_Natal_2016

Natal na Igreja de Santo Elias – Aleppo, Síria em 2016

 

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